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Tenho ou não?

- Ele preencheu todos os requisitos para a vaga?
- Quase todos, porém, faltou o essencial.
- O que faltou?
- Ele ser da mesma religião que eu, assim sendo, não poderei dar a vaga de trabalho à ele.

Ah, o preconceito!
 Esse filho da imaturidade que está sempre promovendo-nos à condição de donos da verdade!

O preconceito, seja ele de que tipo for, nos dá a falsa sensação de superioridade e fatalmente nos leva a flagrantes injustiças.

Promove o segregamento do ser humano, quando em realidade, um dos objetivos de nossa existência é de que nos unamos uns aos outros.

Por preconceito, muitas barbáries foram cometidas, muitas bestialidades alimentadas.

Não sejamos nós, em pleno século 21,  a fomentar a idéia de que as pessoas têm que pensar como pensamos para que as respeitemos.
De quê somos melhores por termos um carro mais bonito e uma posição social mais avantajada.
De quê por estarmos em determinada etnia somos superiores aos outros.
De quê nossa crença é a dona absoluta do céu.

Somos todos criaturas a percorrer a estrada terrestre em busca de aperfeiçoamento, não há razões para nos sentirmos superiores ou inferiores a ninguém.

Para que do preconceito  não sejamos amigos, se faz imperioso, cultivarmos o hábito do questionamento:

Como me posiciono diante de pessoas que não pensam como eu?
Como me comporto diante de pessoas que não possuem a mesma posição social que eu? (considerando sempre a abrangência da pergunta, porquanto, existe o preconceito para com aqueles que são mais abastados).
Desprezo meus semelhantes por não possuírem a mesma etnia que eu?
Como me comporto diante dos deficientes físicos?

Esses questionamentos nos levarão a uma análise de nossa conduta, se estamos sendo preconceituosos ou não.

Vale a pena começar para que varramos de vez o preconceito de nossas vidas e construamos uma sociedade mais eqüitativa!

Pensemos nisso!


Wellington Balbo
Enviado por Wellington Balbo em 18/01/2006
Código do texto: T100433
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Sobre o autor
Wellington Balbo
Bauru - São Paulo - Brasil, 41 anos
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