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dpp

desenho palavras
porque, as linhas
procuram letras...

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Em vez de escrever ou pensar escrever, comecei a pensar o que escrevi. Sigo o projecto literário... "À Procura do Tempo Perdido", de Marcel Proust.
Não partilho a minha actividade literária com um heterónimo, tenho um heterónimo (e a enorme curiosidade de pensar o que isso seja e o que daí possa resultar) que escreve. Decidiu ter um blog e, melhor ou pior, tem um blog.
Invejo-o profundamente, limita-se a escrever, dá-me ideias e alheia-se como se fossem alheias. Quando faz isso, não tem sorte nenhuma, raramente lhe faço a vontade. Mas, de certo modo, sinto-me responsável... De quê e porquê?
Um heterónimo é mais que um irmão siamês, o que nos liga são ideias, vivências, a pura experiência de viver. Acabamos por vir ao mundo partilhando uma mesma consciência que depois se divide em duas e?...
Assim como acabei de publicar três poemas meus (preferi ser: i_lógico), apetece-me ir procurar três poemas do Assim. Devia ser ele a publicá-los no blog dele, pois é, mas possivelmente fui eu que não lhe dei a disponibilidade para o fazer.
Não que ele seja hospedeiro do mesmo corpo que eu;  possivelmente nem precisará de corpo para justificar a existência, para escrever? Com certeza Sim..., mas se leio o que ele escreve, é porque ele escreveu.
Seria uma confusão danada estar a pensar quem é quem, o que é ficção e realidade, quem prevalece, etc. Estou a pensar que poderia ter publicado os três poemas do Assim e não o fiz, poderia agora publicá-los no blog mas não me apetece.
Entrei num vício circular, um vicioso ciclo dum ciclo vicioso: estou às voltas com ideias alheias!? Assim, assado?, frito ou cozido?
Escreveu ele e eu, depois de aqui..., continuo:
O Assim depois d'eu escrever isto, começou a escrever e a publicar, parecia não querer parar que posso ou sei dizer?
Voltei ao dia onde as palavras pertencem, depois voltarei aos três poemas de ARTE, ocupo este comentário para nos localizar... no espaço.
Antes deste já tinha a_notado outro, com o qual, ter_mino:
Antes disso... para quem gosta de perceber o que os outros perceberam, na realidade é importante (é) o que cada um percebe:
dpp
é o acróstico casual, das palavras usadas no caso dos versos que, com o título "dpp", deram o poetrix. Imaginando nada ter explicado, o que perceberia?
«dpp// desenho palavras/ porque, as linhas/ procuram letras...» e, onde as encontram: es_cre_vem-nas. Percebia tudo! Não percebia nada? Como gostava da ideia, gostava e ficava... feliz. Se não gostasse, não ficava. Vamos então ao comentário...
Bom, antes disso, acho que isto - engoliu o poetrix, que se lix!... O comentário vem a seguir... Publico hoje, agora que acabei de escrever e fica para amanhã... que não escreverei. Mas, o que é isto? Vou abrir o Me_nu...
Pondo como "mensagem" saio dum 31, só continuo com um... nos contos. Estou a falar das "estatísticas"..., vai ser sobre elas o comentado comentário.


{Não estou fazendo comentários, nem abrindo os "comentários recebidos", mas continuo a prática de ler e reler o que publico pelo menos no dia ou no dia seguinte, tentando detectar qualquer particularidade do texto: antes-de-ontem inclui "e-terna_idade" substituindo "à meses".
Estatísticas:
Leituras recebidas até à publicação deste texto - 49068
Número de textos que já publiquei no Recanto... - 288
Número de textos publicados, Recanto... todos nós - 100621
Visível este último dado na identificação deste texto:
http://www.recantodasletras.com.br/mensagens/100621
Este comentário está desactualizado, abri os "comentários recebidos"...}
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 18/01/2006
Reeditado em 18/01/2006
Código do texto: T100621
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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