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Ars - Só

A Lua me toma em constância
Nas vias que passo soturno
Exalo o passar noturno
Se me calo com essa febril ânsia
Ligeiro feito sinal padeço
Com tantas cores da solidão
Esse tom amargo do coração
Por essa vida que mereço
A lágrima que rola do seu rosto
Passa no meu esse amargo gosto
Como se distância não houvesse
E por amor tudo pudesse
Dobra de novo mais uma esquina
Rasgando o caminho por essa vida

E aquilo que choro, apenas os meus olhos e o coração é que sentem!

Peixão89
Ávida participação, em que me intrometi,no poema "Sozinho" de Faffi & Fafa.
Peixão
Enviado por Peixão em 21/05/2005
Código do texto: T18734
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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1 e-livros (241 leituras)
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