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de regresso aos meus amigos, aos que me lêem...

eis-me de regresso, qual ícaro, voando, de novo, sobre a esperança.

não importa se o desamor envenena a vida, se vivo, se resisto e na palavra construo muralhas, defesas intransponiveis.

estou de regresso depois de ter atravessado o negrume da dor e na expectativa da convalescença, acreditar que o pesadelo e o sofrimento se tenham esfumado e ficado para sempre num bloco operatório.

volto à pátria que há em mim, sublevando os silêncios,
libertando os exilios.

em tempos mascarados, por covardias e iras, albergo um coração onde os amigos são a causa suprema da existência e do apreço.

obrigado a todos!

estou de regresso.  aos meus amigos.  aos que me lêem.


João Videira Santos
Enviado por João Videira Santos em 22/08/2006
Código do texto: T222252

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Sobre o autor
João Videira Santos
Lisboa - Lisboa - Portugal
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João Videira Santos