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Novos Tempos

O pessoal anda numa pachorra,
 Más línguas dizem que a culpa é da política,
 Outros concordam que quiça poderia ser o petróleo;
 Tiveram a coragem de pôr a culpa no Lulalá,
 Ah.. Sei lá, é dificil saber alguma coisa que presta   neste país,
 E ainda me chamam de desconfiado...
 Falaram por aí que a sociedade acordou...
 Sinceramente eu acredito em sono profundo, eterno.
 Como a morte de uma nação que esqueceu que foi esquecida,
 Que ainda depois te tantos infortunios, acontecimentos,
 Acorda todas as manhas,  achando que efetivamente despertou.
 E realmente irá.
 Muitos despertam para a ignorancia, tanta meu Deus!
 Outros despertam curiosidade, pela maldade, matando os seus!
 Alguns acordam com o nariz empinado, achando engraçado o apogeu!
 E o resto de uma intensa maioria,  vê o caos, nota que o mundo rebaixa,
 Que o mundo Julga,
 Que o mundo afunda,
 Que o povo relaixa, deitado à sombra de um espinheiro!
 Definido num só aspecto que eu chamo de preconceito.
 Pois nestes novos tempos eu me considero escasso, de idéias,
 Nem sigo avante em meus passos, e na caminhada da vida eu mudo a rota,
 Que ja tão torta, fundida a atalhos, bons e ruins,
 Vive aqui em mim, o fogo da discórdia,
 Que nao concorda, que nao assola,
 E que descontrola aquilo que tenho de mais precioso, meu caráter.
 Preso aqui neste mundo, abrem-se jaulas de constantes celas,
 A fim de que nos tornemos livres, permanentes,
 No novo âmbito de que as coisas acontecem, pra nossa moral,
 Ser normal é ser diferente.
Poet
Enviado por Poet em 18/10/2006
Código do texto: T267447
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Sobre o autor
Poet
Campinas - São Paulo - Brasil
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