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Nossa nada mole vida em um dia.

 A bola do jogo é nunca desistir, e que isso seja jamais. Ao caro leitor que se faça presente aqui, previno-vos o quão indiferente é o vosso talento, então por isso peço que leais com impaciência e procure entender os jargões, nesta casa em que chamo minha, eu simulo as ordens e neste obsequio, os frenéticos que se ocultem, e não voltem para se justificarem, não haverá mais letras e formas, entretanto os que persistirem nesta visão, terão tais sobressaltos. Mortifiquem-se.
 As vezes percebo o quanto me lesei nesta vida, e o que já perdi por medo de perder. E até o que não ganhei, por medo de ganhar, portanto normalmente eu comedi o meu ímpeto, me naturalizei comovido sempre, e nesta relação de historia e passado, o que fora testemunho e prosa, e o que nunca será contado e até eu ocultarei tal propósito. Justamente o contrario.
 Nos meus aninhos de ouro, época alegre em que as crianças cantam o alvorecer e choram pelas surras, cultivam suas amizades rigorosamente como qualquer uma, e nem sempre é assim, porque o mundo esqueceu do liberalismo e lembra constantemente que a porcaria da desigualdade é vital para o fortalecimento do ser humano, incestos. Como em todas as épocas, o que nada mudou foram as pessoas, os indivíduos, são como pedras duras e despreparadas que almejam a perfeição, que atualmente descrevendo não haveria e se planejassem seria de tal sonolência que o zurro dele seria divertido.
 Desde quando me tornei cognitivo, enxerguei singelas e costumeiras pitadas de pimenta, que caíam em meus olhos e fechando-os, sentia que os ouvidores se abriam, pois eu não queria e nem quero trancafiá-los como sendo cômico notar o devasso, o caos se dilacera e as crises se multiplicam e querem denunciar que se ganha mal no país chamado Brasil, se o que exatamente se perde é o respeito pela função que se realiza, querem se definhar na política, quando são cúmplices e prezam pela falência.
 E não será mais justo que eu ande por aí, e queira em um escrito, indecente, mostrar o que ninguém esculpiu; a vergonha.
 Veio como num vento, e foi o dia levado para o horizonte negro, pude compreender que são pessoas que morrem, plantando a incompreensão, sobem para o lado escuro e se manifestam na lua cálida e mesquinha. No lugar que não será de quem se prestar e germinar a semente do inconformismo, vestido e justiças, que o homem aprenda a fazer equidade.
Poet
Enviado por Poet em 27/10/2006
Código do texto: T275010
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Sobre o autor
Poet
Campinas - São Paulo - Brasil
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