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A ROSA PÁLIDA

(para Rê Giácomo, conversação no Orkut)

E daí, minha 'frô' de rosa amarela? O ratinho roeu a língua? Boca não disse palavra!

Segue alguma poemia, só pra falar de doçura, mesmo que haja muita reflexão sobre a matéria da vida, que nem sempre apresenta alegrias.

Poesia tem o dom da rosa. Fica o perfume, que pode agradar ou não, mas a sua missão é saudar a vida. Nela pulsa o desejo perfumoso, o olor de se saber vivo.

O fito é o de ressaltar o canto desesperado do Amar.

Daí o exercício da liberdade de reconstruir o mundo no toque do amor!

Palavra, pa/lavra! Esta é a lavra dos condenados ao rolar no mundo, perviver e fruir o canto do bem e do mal!

– Do livro CONFESSIONÁRIO – Diálogos entre a Prosa e a Poesia, 2006 / 2007.
http://www.recantodasletras.com.br/mensagens/301058
Joaquim Moncks
Enviado por Joaquim Moncks em 25/11/2006
Reeditado em 13/05/2008
Código do texto: T301058
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Joaquim Moncks
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 70 anos
2581 textos (709746 leituras)
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Joaquim Moncks