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96

96 (regresso ao continuo...
Regressei e continuo, sem explicação para as saudades. São elas que nos explicam a nós, na medida em que nos fazem. A ser assim, como acho que somos e nos podemos explicar, somos o que sentimos. Acabamos por ser instrumentos de medidas variadas, delicadas até à imaginação e para lá dela. Por isso inventámos a Ciência e necessitámos de criar a Metafísica, o que está para lá da Física.
Não começámos ao nascer, somos uma raça alienígena filha das estrelas e da poeira cósmica, com_o tudo o que conhecemos. Quando escrevo inventámos... faço companhia ao inventor do xadrez, da raiz quadrada e de cada palavra... Sinto que nascemos a partir de cada nome, de cada coisa. É delas que sentimos falta, mais se nos impõe quando falam, quando escrevem, quando são pessoas capazes de nos preencher.
Resolvi deixar as palavras, onde se encontram corpo e espírito, continuar a repousar agora como números deitados a descansar... de costas (continuo de férias...
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 30/07/2005
Código do texto: T38947
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Francisco Coimbra
Portugal
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