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Sou uma garota má - Versão II

Não! Não sou mais aquela menina
Que você viu crescer
Aquela garota ingênua que corria 
Atras de um amor perdido
Não sou mais a pureza
Um estereótipo de boa menina
Que insistia dizer e espalhar

De menina que sempre vi meiga
Como desenvolveu...
Da ingenuidade de criança
Uma fera, pouco domável.
Que maravilhas os olhares.
Dos que lhe causavas antipatia

Sou flor que criou espinhos
Para não ser tocada por você
Que tanto me magoou

É ainda a rosa que cultivei
Posso até não tocá-la
Mas é a rosa dos meus sentimentos.

Agora sou uma mulher
Diabolicamente sensual
E terrivelmente inteligente
Armas poderosas para usar
E não cair na sua lábia

Um belo exemplar de fêmea
Erótica e sensual, terrível.
Que usa a poderosa arma teu corpo
Que alucina que nos leva as nuvens
Não é má garota. Teu corpo causa
A maldade chamada desejo...

Quando uma mulher usa sua duas armas, a sensualidade e a inteligência, ela consegue o impossível 

A sensualidade combinada com a educação. A inteligência com a versatilidade. O corpo com a mente. Deus!! Me enlouquece

Não é má garota. Teu corpo causa
A maldade chamada desejo...

Ilia Noronha e
Elio Candido de Oliveira
Ilia Noronha
Enviado por Ilia Noronha em 05/11/2007
Reeditado em 05/11/2007
Código do texto: T724749

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Sobre a autora
Ilia Noronha
Manaus - Amazonas - Brasil, 33 anos
609 textos (49723 leituras)
7 e-livros (3258 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/08/17 13:30)
Ilia Noronha