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Sê, aquilo que bem entenderes,...

Sê, aquilo que bem entenderes, desde que tenhas a dignidade de nada destruir. Não, não me peças tanto. Pois ao também construir, destruí tantas coisas. Assim como tu, também terei perdido minha dignidade. Perdi, isso faz tempo. Fruto da minha imensa insanidade. De meu inconformismo. A dignidade ficou apenas aos passivos. Tomo como minha culpa, minha impaciência.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 24/03/2005
Código do texto: T7731
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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