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Recado da manhã



Bom dia, meus amigos
 
 
Por aqui a chuva cai sem parar.
Não há como caminhar, não pelas ruas.
 Da janela do escritório observo o céu,
nublado, e a meia-luz sugere o preâmbulo
 desta manhã reticente.
As flores e folhagens expressam, na postura à vontade,
 a satisfação de serem banhadas com cuidado
entregues aos caprichos da natureza,
deixando-se embelezarem
como se nada tivessem a ver com isso.
Não posso deixar de sorrir ao perceber esta
artimanha em seres, aparentemente, perfeitos.
Ah! A unidade essencial da vida me encanta!
Meu coração bate compassado,
alinhado ao ritmo da chuva, provocando
 em meu corpo uma sensação de deliciosa harmonia.
Antes de iniciar meu dia, meus estudos e tarefas,
deixo que meu pensamento acompanhe a direção do sentir
e cada um de vocês é lembrado com doçura, carinho e amor.
Invade-me a sensação de alegria ao sentir a vida tão plena
e tão enriquecida pela presença das pessoas que me acompanham
nesta aventura que é viver.
Unindo-me aos anjinhos, minha prece escorrega
suavemente de meus lábios
solicitando que todos sejam abençoados
e possam viver um dia inesquecível,
que faça diferença no enredo de suas vidas
e na história da humanidade.
Um bom dia a todos.
Que a chuva banhe amplamente
os espaços de cada um
renovando e embelezando
a fatia do tempo que lhes cabe.
Carinhosamente

Cill

Priscila de Loureiro Coelho
Enviado por Priscila de Loureiro Coelho em 31/10/2005
Código do texto: T65833
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Sobre a autora
Priscila de Loureiro Coelho
Jacareí - São Paulo - Brasil, 65 anos
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1 e-livros (148 leituras)
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Priscila de Loureiro Coelho