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A PROCURA DA FELICIDADE

      Qual o objetivo de todo mundo? O que todos querem, mas, buscam de formas diferentes? O que motiva as pessoas a lutarem, prosseguirem vivendo não desanimando apesar das dificuldades? O que todos possuem em comum? Para essas perguntas só obtive uma resposta. Nós nos diferenciamos uns dos outros pela nossa personalidade, temos características próprias, sentimos igual, mas reagimos diferente, porém o que une as pessoas num elo inquebrantável é à busca da felicidade. Todos nós queremos ser felizes e para a conquista desse objetivo fazemos coisas muitas vezes inconfessáveis. Recentemente li uma matéria sobre a felicidade que me fez pensar. O psicólogo americano Martin Seligman, da Universidade da Pensilvânia, concluiu que felicidade é na verdade a soma de três coisas diferentes; prazer, engajamento e significado. Quis o pesquisador dar a entender que para a pessoa ser feliz só é preciso que ele sinta prazer nas coisas que faz, estar envolvido por completo naquilo que se propôs a fazer e que tudo o que faz lhe dê um significado colocando-o como parte integrante de um mecanismo maior e mais complexo como, por exemplo: A religião de cada um dá por si só um significado, pois insere a pessoa junto a Deus. Mas isso não responde tudo, porque tem pessoas que são felizes agora, mas por alguma razão deixam de ser depois de alguns dias. Acredito que se fosse só isso a felicidade nunca seria adquirida por completo, porque, como pode uma pessoa ser feliz semeando a infelicidade? Como pode uma pessoa vendo seu próximo sofrendo não se condoer com isso? A felicidade não é egoísta, ao contrário ela é caridosa. Por isso chequei a conclusão de que não seremos felizes neste planeta se não compreendermos que a felicidade se constrói a partir dos benefícios que distribuímos. Imaginemos se a felicidade se resumisse apenas as essas três coisas citadas pelo pesquisador, um assassino contumaz seria plenamente feliz, por sentir prazer no que faz, estar completamente envolvido nisso e por ter como significado o diabo, mas quando perceber o mau que fez e o sofrimento que causou, sua consciência será seu verdugo, cobrando a correção do que fez. Por isso devemos agir não apenas visando nos beneficiar, mas beneficiar a coletividade também. Como nos exortou Jesus: “Ame o próximo como a si mesmo”.
 
Humberto S Espirito Santo Jr
Enviado por Humberto S Espirito Santo Jr em 26/03/2006
Código do texto: T128785
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Sobre o autor
Humberto S Espirito Santo Jr
Caraguatatuba - São Paulo - Brasil, 55 anos
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