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O rio solitario

Meu amor, nesse tempo longo e solitário minha grave de amor deixa-me faminto a procura de um toque suave para corresponder-me à falta que deixaste em meu peito, por favor, responda-me nas estrelas de sua nova moradia o por que de seu adeus, agora nesse novo mundo solitário que me deixaste cada segundo corresponde numa permanente hora a não se locomover do lugar, tento encontrar respostas no luar e sua imagem no brilhar das estrelas, para assim como um mero ser de Deus encontrar o motivo de seu falecimento em meus braços, sei que nesse momento continua a olhar-me e proteger-me, com asas onde como um rio solitário guiar-me-á para o encontro do mar de nosso amor, para juntos encontrarmos novamente a nascença do renascimento eterno de nossa alma.
VGP
vilson
Enviado por vilson em 29/06/2006
Código do texto: T184718
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Sobre o autor
vilson
São José dos Campos - São Paulo - Brasil
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