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Solidão á dois.

Quando o silêncio se fez pesado, não permitindo que eu ouvisse o canto do pássaro, senti-me tão triste e tão só como se o mundo tivesse parado de existir.
Tentei prestar atenção no canto, mas não consegui, pois a solidão que me invadia era tamanha que nem de mim eu me apercebi.
Parei, então, olhei pra dentro do meu íntimo ser e procurei entender a razão de me sentir tão só.
Foi aí, que as lágrimas brotaram em meus olhos, sem que eu pudesse controlar. Tristeza, por que tristeza?
 Eu não devia estar só. Eu não podia estar só. O mundo estava ao meu derredor. O mundo de sonhos, de esperanças, de venturas, de luz.
Mas eu não conseguia parar de chorar. Não fazia sentido esta solidão agora. Já sabia de mim. Já conhecia o que me ia na alma. Por que chorar? Por que?
Ah. Não te disse ainda, que ao invadir meus mais íntimos sentimentos, enconrei a saudade.
Saudade de alguns momentos em que o abraço se fez presente, senti alegria e tristeza, pelo reencontro e pelo adeus.
Tu partiste, eu fiquei. Foi então que compreendi que a solidão só chegou, porque encontrou abrigo em meu coração.
Não importa o tempo que o tempo leva para me fazer entender, que só o amor, consegue vencer a solidão.
Malene
Enviado por Malene em 24/07/2006
Código do texto: T201205
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Sobre a autora
Malene
Taquara - Rio Grande do Sul - Brasil
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