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Hoje, como ontem e ou amanhã, tem-se a certeza da capacidade de apego e sensibilidade das pessoas em relação ao amor e tuas facetas, é pouco frequente encontrar pessoas que desejam verdadeiramente viver um grande amor.
Quando destes acontecimentos, pessoas submergirem em pensamentos intensos e devaneios, que provocam um emaranhado de sensações que afloram consoante o dado despertar, mexendo com o corpo, a alma e o coração, e o resultado tem por súmula, coadunar-se com as seguintes sensações: seres fulgurantes, enlevados e concluídos, sendo de realçar que somente em raríssimos casos existem pessoas crédulas neste âmbito. E contrariamente a estas situações supracitadas as pessoas recuam, desconfiadas e fogem do coração, justificando-se com a razão, onde criam demasiados obstáculos, inventam impedimentos, com o simples intuito de fugir da oportunidade e depois diz: passou, acabou, dando conta que perdeu, mas julgam-se inconsciente relativamente a esta facto. 
É um algo fácil compararmos com o exemplo da pessoa que está a fazer dieta e levanta a noite a assaltar o frigorífico para comer escondido, e a conclusão é que a pessoa está a enganar a si própria, simplesmente isto...
Mas quando adopta esta postura desavisadamente estas a abrir mão da melhor parte da vida, a chance de viver uma das melhores histórias de amor, isto porque não tem a devida coragem de submeter se a transformações, mudanças, adaptações, entre outros processos que no decorrer do caminho certamente vai ter que as proceder mais hora menos hora, simplesmente por causa de acharem que o equilíbrio ou o dito comodismo, algo de cunho corriqueiro pode ser modificado, causando um desespero de causa...
Mas a determinada altura existe a percepção de uma grande revolução interna, necessária,  capaz de deixar as pessoas com um desejo veemente, por um modo contundente de viver um encontro em completa e total entrega, fazendo transpor todas as energias existentes na alma, e de maneira a flor da pele, que exala os odores mais belos e deliciosos existentes, definindo o amor na tua complexa simplicidade...

Bom com toda esta confusão sentimental, sugiro que primeiro as pessoas deixem o coração resolver aquilo que a razão insiste em complicar, depois tomas consciência de forma particular e específica do tipo de amor que anseias vivenciar ( dando vida a representação deste em plano, tipo projecção de resultados esperados, a intensidade com que ele chega, a profundidade que ele provoca quando instala-se, e rectidão que encoleriza, de maneira a despertar pelos poros, invadindo as entranhas, a causando embriaguez nomeadamente a presença..., sentindo arquejante a respiração, pulsação célere, ou seja alguém em pleno e absoluto êxtase, sintonia fulcral, algo nunca permitido, felicidade a olhos vistos, isto é um milagre, um momento mágico, caracterizado pela intensa e genuína vontade, e um real querer mais, ser melhor, ser alguém, ser amor e depois de todo este encantamento,  inebriado de amor/amado/amante/amando, mantenha-se firme sem cair na rotina surpreendendo por vezes, não deixe que o esquecimento venha a tona, faça-se lembrar, lembrança diária..., pois depois de toda esta batalha e demonstração de coragem em assumir o amor, e partilhar sem completar, és um autêntico merecedor desta realidade absoluta e absorta no tempo, que nada mais é que a magia da tua própria força na realização total... )
Carolzita
Enviado por Carolzita em 06/11/2006
Reeditado em 06/11/2006
Código do texto: T283339

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Sobre a autora
Carolzita
Portugal, 42 anos
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