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Ao que está porvir!

Silêncio é o espaço deixado por você nesta tarde de sábado, 25 de novembro de 2006.

Você procura o “Lover Boy”, pois eu o conheço, nesta sua musica, sua angustia reconheço. Você me pergunta: É ele? Só posso deixar o rastro atrás dele.

Ciúmes, de nada adianta, uma mulher é o que me interessa, sua ode é essa, a cada palavra arremessa, o valor da prece, que a mim enternece.

Ó musa com paciência vou escrever, o caminho que quero tecer, as aranhas não tecem suas teias, por loucura ou por paixão, se o sangue ainda corre nas veias, é com muito Tesão.

Ontem a dar eu te vi, gostava de como você gemia, quanto mais ardor, mais eu te queria, quanto mais calor, mais você tremia. Coisa rara em uma mulher, nos tempos de hoje que ninguém quer, realizar uma transa com um qualquer, mesmo desejando o que ele quer.

Ela canta o prazer, ela canta o voyer, ela canta o ser, de quem canta o viver. Mesmo longe de você, eu posso sentir, muitas mulheres dizem, que estão nem aí para mim. Aí vai a explicação, para a mulher da paixão, que nos meus versos interpela, a necessidade de eu estar com Ela.

De quem canta o viver, posso com clareza te dizer, o que faço da vida? Não... é o que a vida faz de mim...

Um recado te deixei, ele é direto, fui eu que dei, ele é direto, ele reclama, uma visita para ver se inflama. Moras no Rio e sou de Vênus, será que você consegue, a mim e a Deusa entretermos?

Não posso ir ao Rio, por problemas logísticos, camon! Venha até mim, se me quiseres assim, pois digo ainda é cedo, creio que versos repito, para aguçar seus sentidos. No dia que me conheceres bem, pode ser através do recanto e além, no dia que me conheceres bem, daí vai dar meu bem... neste caminho é fácil, descobrir quem sou, basta pegar as palavras e detalhar my soul...

Fantasias tenho muitas, fantasias soam frutas, uva, maçã, pêra, limão, quer ver esta paixão?

A você vou dedicar, estes versos a explicar, muitos outros estão por vir, ó mulher a que porvir? Curioso eu sou, subo e desço e me vou, dar-te conta eu não sei, ó mulher estou muito tempo sem... assim me torno falho, aos desejos do meu falo, tenha calma, essa é minha alma, pura, doce e alva, só você me salva, beijos carinhosos, Vinicius Caetano...



Vinicius Caetano
Enviado por Vinicius Caetano em 25/11/2006
Código do texto: T301341
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Sobre o autor
Vinicius Caetano
Amparo - São Paulo - Brasil, 43 anos
44 textos (3447 leituras)
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