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Tarde demais, para começar.

Quando o conheci, repentinamente me apaixonei,
falei dos meus sentimentos, do meu amor,
mas você, com medo de sofrer mais uma decepção, o rejeitou,
disse que me amava, mas que como as outras, também o deixaria,
tentei várias vezês, provar o contrário.
mas você por várias vezês disse não,
para você, escrevi poesias e canções, as quais nunca chegou a ler,
dancei, cantei e até chorei, mas você não se comoveu,
coloquei, anúncio em jornais, revistas, tudo fiz para chamar a sua atenção e você não viu.
Agora você volta, depois de tanto tempo, estás arrependido, querendo recomeçar o que na verdade nunca teve um começo,
talvez eu seja mesmo como as outras,
pois as canções e poesias que escrevi, amarelaram-se com tempo.
a dança, o canto e o choro, emudeceram,
os jornais, as revistas, ja sairam de cartaz, devido ao tempo,
talves, porque você não me amou o quanto eu te amei.
se amou, perdeu a chace de ser, por muito tempo feliz, não digo etermanente, pois nada é eterno e se pensarmos que tudo é para sempre perdemos a oportunidade de viver momentos inesquecíveis.
Gely Arruda
Enviado por Gely Arruda em 29/08/2007
Reeditado em 30/06/2008
Código do texto: T629506
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Gely Arruda
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Gely Arruda

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