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Doce de Menina


E se um dia hei de ser pó
Que seja a minha noite alvorada
Que me saiba perder... Pra me encontrar
Mesmos estando perdido quero amar

Nem que seja no alem... Ou sem meu bem
Aqui tudo é o começo e o desconhecido
Às vezes amar é não ter ninguém pra amar
Que doçura de menina, meiga e sincera.

Que olhos lindos, são doce como mel.
Hoje é só alegria, amanha será renovo.
Vamos recordar? Quero esquecer!
Vamos juntos ser indiferente

Você prefere ser má ou ser do bem?
Sim quero recordar o quanto te amei
Quero esquecer os momentos difíceis
Tornando-me indiferente do que éramos

Vamos espera a primavera
Quando estiver florida vamos cantá-la
Deus nos deu o cantar da natureza
Pois, um dia seremos pós, entre as cinzas.

Vivendo entre a alvorada
De um mundo desconhecido
E preciso que você saiba perder,
Senão, Como ira me achar amanha?

(Edivan Farias_ Doce de Menina)
Poeta da Zona Leste
Enviado por Poeta da Zona Leste em 09/10/2007
Reeditado em 12/01/2008
Código do texto: T687414

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Sobre o autor
Poeta da Zona Leste
Manaus - Amazonas - Brasil, 40 anos
81 textos (9507 leituras)
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Poeta da Zona Leste