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A DESFAÇATEZ DO AMOR

Começa com um sorriso,
às vezes apenas interno, íntimo
e caminha pa a a amplidão do riso aberto...

Eis o amor... é quando começamos a nos desfazer
lutando por vezes com o inevitável, acreditando que é possível viver
sem ele..

Não é.

Então iniciamos nossa caminhada rumo à desfaçatez,
não só dos sentidos,
mas do corpo, da alma,
e borboletas no estômago tornam-se pouco...

Eis o amor, o reconhecimento que nossos estilhaços
buscam desesperadamente quem os cole,
quem os anime e lhes dê sentido...
Um sopro gelado em um tarde de intenso calor,
o amor refresca a alma,
esclarece os sentidos,
enobrece a escuridão,
o amor tece sonhos,
nos leva à mais gigantesca amplidão.
Marcos Rohfe
Enviado por Marcos Rohfe em 28/10/2007
Reeditado em 05/07/2009
Código do texto: T713573

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Sobre o autor
Marcos Rohfe
Mogi das Cruzes - São Paulo - Brasil, 47 anos
107 textos (10817 leituras)
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Marcos Rohfe