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Não dá para viver assim.

Não dá para viver assim.

Oh! Lua, que trazes para mim a tua claridade
Nesta noite que a procura estou de meu amor.
Na minha rua que parece tão fria.
Que faço. Sentimentos não tenho culpa

Sei que a vida toma caminhos fora de nosso controle
Que ao versejar dos poetas muitas vezes a verdade.
Dos corações e dos encontros não projetados.
Vejo teu corpo, vejo como atear lhe fogo.
Invadir privacidades. Descobrir segredos.

As vezes aquecer nestas noites é o remédio.
Enquanto vem o amor e as paixões.
Nunca iludir com os falsos amores.
Das noites perdidas que passei.
Quero você. Quero ti.

Nestes aconchegares eu me vou me entrego.
Cada vez mais em apaixonados transes.
Das tuas mãos os afagos. Teus lábios.
Os beijos ardentes.
Deste corpo a única forma latente de vive.
E amar..

Havera tempo... Tempo de ter você...
ELIO CANDIDO DE OLIVEIRA
Enviado por ELIO CANDIDO DE OLIVEIRA em 29/10/2007
Código do texto: T715623
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
ELIO CANDIDO DE OLIVEIRA
Ibiá - Minas Gerais - Brasil
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ELIO CANDIDO DE OLIVEIRA