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Doces ternuras

Doces ternuras.

Eu busco neste tempo e neste ínterim
Palavras e palavras belas e que me façam sorrir
As palavras que saem de você que comanda
O meu ser e me enche de alegrias.

Nunca grandes sonhos e ternuras vindas destas
Mas a gratidão estabelecida em nós
Que nos alimenta de amor e num provocar
De saudades e até ilusões.

Expande-se os sorriso e muito mais nossos olhares
Que se distanciam ao além. Ao horizonte
Palavras que se ecoam no vento, o vento da vida.
Que chega aos ouvidos de nós mesmos
No caminho certo o sonho de termos um ao outro

Façamos da noite a criança, do luar nossa luz
Luz que ilumina nossa alma.
Felicita nosso coração, Insufla a nossa imaginação.
No caminho da poesia e poema.
 
Há vozes no espaço, há vozes que não ouço.
Chamados obscuros.
Que faz revezarmos as atenções, que se voltam
Que se vão no nosso entreleçamento de corpos.

E conseqüente desligar do que acontece.
A nossa volta tudo desaparece.
Só existira nós e mais nada.
Em doces ternuras, e amor.


ELIO CANDIDO DE OLIVEIRA
Enviado por ELIO CANDIDO DE OLIVEIRA em 30/11/2007
Código do texto: T759751
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
ELIO CANDIDO DE OLIVEIRA
Ibiá - Minas Gerais - Brasil
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ELIO CANDIDO DE OLIVEIRA