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Onde estais Danuza?

   
Oh! Danuza amada! Porque tem medo de se entregar a essa louca paixão?
Por tua causa, os meus beijos são os mais medrosos dos beijos.
Meus poemas são tristes, mas, como eu creio que os sonetos existem feitos como odes e os dramas, então irei sempre escrever em noites de insônias.
É madrugada que penso em você, onde delírio vendo teu sorriso, riso claro como neve.
Miragem! É apenas miragem o que vejo, no sono quieto da manhã.
Onde estais agora?
Talvez nem se lembre de mim, enquanto eu estou aqui pensando em você.
Eu sei! Tu tens medo que eu te decepcione, mas como navegarei em outros corações, se estou preso ao teu?
Sentei-me á sombra daquele que tanto havia desejado na sombra do teu coração a minha alma pode repousar de todas as sensações más.
Nesta madrugada insaciável eu choro a tua ausência.
Pobre poeta! Onde andará agora o teu amor? Talvez durma sem nenhum sentimento de amor, ou sonhe tendo ciúme de ti.
Responde Danuza amada! Responde! Onde estais?
Eraldo costa
Enviado por Eraldo costa em 23/05/2006
Código do texto: T161247
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Sobre o autor
Eraldo costa
Garanhuns - Pernambuco - Brasil, 33 anos
30 textos (6189 leituras)
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Eraldo costa