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             Nada melhor que no Dia dos Pais, refletir este grande e maravilhoso Pai eterno “Deus”. O Pai supremo, que por sua vontade construiu o universo e tudo que nela há dando-lhe de presente ao homem, a sua mais bela e preciosa criação. Um Deus que, por mais que o homem seja infiel Ele permanece fiel e o amando sem se arrepender de tê-lo criado, pois, Deus é perfeito e sendo assim, jamais se contradiz, se  arrepende ou aborta a sua criação.
 
     Seu amor é tão extenso pelo homem que lhe deu a liberdade total, o conhecimento pleno e a capacidade de amar. Deus fez o homem a sua imagem e semelhança, em outras palavras, Deus concedeu ao homem toda a sabedoria humana necessária para criar, inventar, sentir, dominar tudo que Ele fez.
 
     Deus é um pai tão maravilhoso que, quando viu a sua obra perdida completamente na escuridão, sacrificou a Si próprio para o resgate e a salvação dos seus filhos, enviando seu filho unigênito como Luz para clarear e dissipar as trevas.
 
     Este amor de Deus para com o homem que de tão grande torna-se loucura – humanamente dizendo – pois, se rebaixa tornando miserável para libertar o homem do pecado e resgatá-lo para a vida. Misericórdia é tornar-se miserável para elevar o outro.
 
     Numa texto conhecida do antigo testamento temos aquela bela passagem onde Abraão recebe a graça – dada por Deus – de gerar um filho já na sua velhice, e logo em seguida Deus o pede em sacrifício, porém, no instante de sacrificá-lo um anjo intervém não permitindo. Pois bem, este mesmo Deus do antigo testamento não age da mesma forma quando seu filho também único no Horto das Oliveiras o recorre para livrá-lo da morte. O acontecimento de Abraão é uma prefiguração do que aconteceria com Jesus, porém com atitudes diferente de Deus. Este episódio vem demonstrar o projeto de Deus para a humanidade, o seu amor incondicional, a sua fidelidade da promessa.
 
     Às vezes, ficamos há questionar determinadas situações; determinadas atitudes humanas e chegamos a perguntar: cadê Deus? Onde Ele está? Porque permite tais acontecimentos? Ou mesmo, dizemos que Deus se arrependeu de ter criado o homem.  Talvez estas indagações sejam pela incapacidade do homem aceitar os Mistérios de Deus; talvez seja pela oscilação da fé e assim, não conseguir perceber qual é a mensagem revelada de Deus em certos acontecimentos.
 
     Primeiramente, se acreditarmos na vida eterna a morte não existe, ela é apenas uma transição.  Sendo assim,  Deus pode levar para Ele tanto o adulto, ancião como pode levar um bebe ainda no ventre materno. Precisamos compreender que acontecimentos como as doenças, as epidemias fazem parte da vida e da natureza humanas, também, não raras, determinadas doenças são provocadas pelo próprio homem, e na maioria das vezes, provocadas pelo distanciamento dele (homem) de Deus, ou de um estilo de vida levando em conta o excesso ou a perca da liberdade devido ao pecado.
 
     O que devemos sempre estar atentos é que Deus permite que o homem possa aprender com as próprias consequências, frutos de seus erros ou não, porem, o que vemos constantemente é que através de tantos acontecimentos ruins Deus nos ensinando e dando oportunidades de nós corrigirmos e voltarmos ao retorno da vida.
 
     Este é nosso Pai, que ama e sofre, mas, que vive constantemente abrindo nossos olhos, clareando nossa mente e especialmente nos amando na plenitude de seu amor, sem jamais virar face ou se arrepender de sua mais bela criação, o homem.
Ataíde Lemos
Enviado por Ataíde Lemos em 12/08/2006
Reeditado em 09/08/2015
Código do texto: T214880
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Ataíde Lemos
Ouro Fino - Minas Gerais - Brasil, 51 anos
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