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O TEMPO NÃO PARA...


Quem não cantarolou esta musica do nosso poeta da musica popular brasileira, o tempo não para não para!

 E olha que a todas as manhas recebemos 86400 segundos para vivermos cada dia, uma pessoa normal gasta 28800 destes segundos dormindo o que equivale 8 horas por dia. Isto nos deixa com um saldo de 57600 segundos.

Por tanto chegamos à conclusão que o sucesso ou fracasso se dar devido ao que fazemos ou como gastamos estes 57600 segundos que nosso DEUS confia-nos a cada nova manha.

Por tanto como podemos deduzir o nosso tempo é um bem finito e aproveitá-lo é uma questão de necessidade e urgência, seja simples, retire de sua vida tudo o que lhe de trabalho e preocupação desnecessários e um bom começo é sempre atacar os seus desperdiçadores de tempo. Organize seus documentos, contas, encontros, horários. Como dizia o comandante Ralem “A melhor maneira de ganhar dinheiro é parar de perdê-lo” de forma análoga a “melhor maneira de ganhar tempo é parar de perdê-lo.”.

Por volta dos anos 200 A.C, O rei Salomão filho do rei Davi o homem que a Bíblia diz ser o mais sábio e prospero de todos os tempos já dizia sobre o tempo. Salomão escreveu no livro de Eclesiastes cap 3, “Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu."
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; ...”
           O que precisamos entender é que existe o momento certo para tudo e assim por diante, existe tempo e momento. Conciliar o tempo certo com as nossas necessidades presente é o nosso grande desafio

Para encerrar este texto vou te contar a estória de um monge não sei quem é o autor encontrei na internet, mas é uma bela estória.

O morango

Uma manhã, um monge estava colhendo frutos em uma floresta quando viu
um tigre. Não querendo se tornar o café da manhã do tigre, o monge correu. Infelizmente, o tigre correu atrás. Depois de correr com muito esforço através da floresta densa, o monge, de repente, saiu da floresta e viu-se balançando na beira de um penhasco. Como o tigre estava quase alcançando-o, o monge não teve outra escolha senão agarrar um cipó dependurado na beira do penhasco e pular. O cipó agüentou!

Na metade da descida do penhasco, o monge viu outro tigre esperando embaixo! À medida que ele balançava no cipó tentando decidir o que fazer, um pequeno camundongo saiu de um buraco na parede do penhasco e começou a mordiscar o cipó. Nesse momento de crise, o monge, de repente, notou um pé de morango em uma fenda no penhasco e nele estava o maior e mais bonito morango que ele já tinha visto. Momentaneamente, ignorando a sua situação difícil, o monge esticou o braço, arrancou o morango e deu uma mordida. De repente, todos os seus medos foram esquecidos, pois o monge não pode sentir nada, mas apenas o intenso prazer do gosto da fruta mais doce e suculenta que ele já tinha comido.

Então, logo que o camundongo terminou de roer o cipó. Ele caiu mas achou uma pequena saliência para agarrar-se. E ficou ali pendurado por um tempo tão longo que ambos os tigres ficaram entediados e foram embora. Muito lentamente, o monge conseguiu escalar o penhasco, atravessou a floresta e voltou para a sua aldeia.


Enquanto caminhava, o monge pensou consigo mesmo: Aprendi uma importante lição hoje: A vida é preciosa e o tempo é curto. Com freqüência gasto meu tempo preocupando-me sobre o que aconteceu comigo no passado (o tigre no topo do penhasco), com o que poderá acontecer comigo no futuro (o tigre no fundo do penhasco) e com as picuinhas e aborrecimentos do dia a dia (o camundongo). Com toda essa preocupação, às vezes não vejo as bonitas dádivas que a vida tem para oferecer (o morango). Meu medo me impede de ver e apreciar esses presentes. Assim, não só deveríamos desejar muitos morangos (presentes) em nossas vidas, mas também ter a sabedoria de reconhecê-los, apanhá-los, saboreá-los e curtir cada e todas as preciosas mordidas
fabiano da cunha
Enviado por fabiano da cunha em 19/08/2006
Código do texto: T220161
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Sobre o autor
fabiano da cunha
Volta Redonda - Rio de Janeiro - Brasil, 41 anos
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fabiano da cunha