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Aprendendo

Quem procura respostas para dúvidas; causas para dores – Jamais encontrará explicação na voz de nenhum ser igual a ti.
Paradoxalmente, somos humanizados demais – esquecemos do nosso Ser Divino. Por isso, por mais que eu deseje consolar-te diante e algum mal que eu possa ter te causado, meu esforço será inútil, porque não poderei te transmitir a verdadeira paz.
Não encontrarei também, em nenhum ser, o preenchimento do meu vazio.
Nada terreno dará prumo, rumo, certeza na dúvida, porque nada humano é sábio demais. Em algum momento da vida, sem propósito direto, recebemos o peso da desconfiança. Antes, éramos todos inocentes...
Agora somos todos estranhos, temerosos, com essa dor chamada descrença.
Rotulamos os outros, às vezes, por meros detalhes e somos também rotulados, por um detalhe ínfimo. E assim, perdemos a chance do amor, no sentido mais amplo...
Amigos vêm, e se dissipam, poeiras ao vento. E sinto a cada instante a transitoriedade dos afetos, na maioria das vezes, por excessos de melindres e orgulho...
Mas, boto fé em nosso encontro com a vida. Damos um passo; caímos e derrubamos.
De mãos dadas, na arte de viver, de novo nos levantamos.
A força maior não está no outro. Está dentro de nós, em nosso Deus, o único que é completo e conhecido.
Verônica Aroucha
Enviado por Verônica Aroucha em 24/07/2005
Código do texto: T37176

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Sobre a autora
Verônica Aroucha
Recife - Pernambuco - Brasil
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Verônica Aroucha