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Pregar o Evangelho

Por Charles Haddon Spurgeon

Traduzido e adaptado do texto em espanhol, em domínio público na Internet, pelo Pr Silvio Dutra.

 

“Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho!” (I Cor 9.16).

 

O que é pregar o evangelho?

Pregar o evangelho é expor cada doutrina contida na Palavra de Deus, e dar a cada verdade sua própria importância. Os homens podem pregar uma parte do evangelho, podem pregar unicamente uma só doutrina do evangelho, e eu não diria que um homem não prega em absoluto o evangelho se sustentasse a doutrina da justificação pela fé – “Porque pela graça sois salvos por meio da fé.”. Eu o consideraria um ministro do evangelho, porém é alguém que não prega todo o evangelho. Não pode se afirmar que um homem prega um evangelho completo de Deus se prega intencionalmente uma só verdade do nosso bendito Deus.
Ouvi alguém dizer: “não se deve pregar a doutrina da eleição, já que não tem a capacidade de converter os pecadores.”. Eu lhe respondi: “Porém quem se atreve a identificar falhas na verdade de Deus? Você está de acordo comigo, que a eleição é uma verdade, e contudo afirma que não deve ser pregada. Eu não me atreveria a afirmar algo assim. Eu considero que é uma arrogância suprema se atrever a dizer que uma doutrina não deve ser pregada, quando Deus, em sua suprema sabedoria tem desejado revelá-la aos homens. Eu além disso me perguntaria: A única finalidade do evangelho é somente a conversão dos pecadores? Há muitas verdades que Deus bendiz para a conversão dos pecadores, porém, acaso não há outras verdades destinadas a trazer consolo aos santos? E não deveriam estas verdades ser objeto do ministério da pregação como as demais? Devo usar umas e descartar as outras? Não, pois Deus disse: “consolai, consolai o meu povo.”. Se a eleição consola o povo de Deus, então deve ser pregada.    
Qualquer coisa que está escrita na Palavra de Deus foi escrita para nossa instrução e toda ela é útil, seja para repreensão ou para consolo, ou para instrução na justiça. Nenhuma verdade da Palavra de Deus deve ser ocultada senão que cada porção dela deve ser pregada segundo seu próprio sentido. E enquanto pregamos a Palavra de Deus, seja qual for a doutrina ou parte, Deus é poderoso para salvar alguns pelo poder da verdade do evangelho de que Cristo veio ao mundo salvar os pecadores, e que de fato salva os que creem em Seu nome. Aqui reside a sutileza do ponto relativo ao que é o poder do evangelho para salvar os que creem: Por exemplo alguém se converteu ouvindo qualquer outra porção da Palavra de Deus ou alguma verdade relativa a ela, como foi o caso do Dr Robert Kalley, que fundou o congregacionalismo no Brasil, que se converteu quando leu a Bíblia e viu que Deus havia preservado Israel mesmo em sua dispersão pelo mundo. Ele creu em Deus e foi salvo. Mas quem o salvou foi Cristo e Seu evangelho, ainda que ele a princípio não o soubesse claramente. E uma vez tendo sido salvo, foi devidamente instruído quanto ao evangelho e gastou toda a sua vida na sua pregação e ensino. Qualquer pecador, em qualquer época, é salvo por causa do evangelho. Isto é, o perdão dos pecados em Cristo Jesus. E não é demais lembrar que o evangelho não é condenação mas salvação. Não é má notícia, mas boa notícia, de grande alegria.    
O que deve ser pregado é toda a Bíblia. Mas muitos fazem um círculo de ferro ao redor de suas doutrinas, e qualquer um que ouse dar um passo mais além desse pequeno círculo, não é considerado como possuidor da sã doutrina. Muitos convertem a teologia numa espécie de cilindro que contém cinco doutrinas que rolam de maneira indefinida, nunca se aventuram a outros temas. Deve ser pregada toda a verdade. E se Deus tem escrito em sua palavra que “o que não crê está condenado”, isso deve ser pregado tanto quanto “nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”.  
Mas pregar o evangelho é também exaltar a Jesus Cristo. Talvez esta seja a melhor resposta para a pergunta o que é pregar o evangelho? Mas nos entristece verificar que pouco se entende o evangelho mesmo entre alguns dos melhores cristãos. Faz algum tempo uma jovem mulher se encontrava em meio de uma grande tribulação em sua alma; ela se aproximou de um homem cristão muito piedoso, que lhe disse: “Minha querida amiga, deve ir para casa orar.”. Eu pensei comigo, isso não é nada bíblico. A Bíblia não diz: “vai para casa e ora”.  A pobre jovem se foi para casa, e orou e continuou sofrendo a tribulação. Ele lhe disse: “Deves ter paciência, deves ler as Escrituras e estudá-las.”. Isso tampouco é o que a bíblia ordena, para se recomendar a alma aflita, pois isto não é exaltar a Cristo. Vejo que há muitos pregadores que estão pregando este tipo de doutrina. Eles dizem a um pobre pecador convencido: “Tens que ir para casa e orar, e ler as Escrituras, deves assistir ao culto, etc.”. Obras, obras, em vez de: “Pela graça sois salvos por meio da fé”. Eu lhe diria: “Cristo deve salvar-te. Crê no nome do Senhor Jesus Cristo.”. Eu não diria a ninguém, nessas circunstâncias, que ore, ou que leia as Escrituras ou que frequente o templo até ter um encontro com Cristo; eu lhe apresentaria a fé, a simples fé no evangelho de Deus. Não que menospreze a oração – isso deve vir depois da fé. Não que diga nem uma palavra contra o estudar as Escrituras – esse é um sinal infalível de ser filho de Deus. Não que tenha objeções contra ir ao templo escutar a Palavra de Deus – Deus não o permita! Me alegro vendo as pessoas no templo. Porém nenhuma dessas coisas é o caminho da salvação. Em nenhuma parte está escrito: “O que frequenta o templo será salvo”. Ou “o que lê a Bíblia será salvo”. Não tenho lido em nenhuma parte: “O que ora e for batizado será salvo”, porém sim: “O que crê” – o que tem fé no “Homem Deus Cristo Jesus” – em sua Divindade, e em sua humanidade, é livrado do pecado. Pregar que somente a fé salva, é pregar a verdade de Deus.   
E essa fé que nos une ao Cordeiro é um dom instantâneo de Deus, e aquele que crê no Senhor Jesus é salvo no momento, sem nenhuma outra exigência.
Oh, que haja sempre um ministério que somente exalte a Cristo! Que a pregação sempre o mostre como profeta, sacerdote e rei para o seu povo! Que o Espírito manifeste o Filho de Deus a seus filhos através da pregação. Necessitamos ter uma pregação que diga: “Olhai para mim e sede salvos, todos os confins da terra!”. Pregação do Calvário, teologia do Calvário, livros sobre o Calvário, sermões sobre o Calvário! Estas são as coisas que queremos e na proporção em que o Calvário seja exaltado e Cristo seja engrandecido, nessa medida o evangelho é pregado em nosso meio.
Há momentos em que se deve alimentar os filhos, e há outras ocasiões em que deve ser advertir os pecadores. Há propósitos diferentes para ocasiões diferentes. Se um ministro prega aos santos de Deus, e não diz nada aos pecadores, está atuando corretamente, sempre e quando em outras oportunidades em que não esteja consolando aos santos, dirija sua atenção de maneira especial aos ímpios. 
Se tivesses lido o prefácio do livro Leituras para a Manhã e para a Noite, do Dr. Hawker, terias visto que esse livro não foi escrito para converter os pecadores, senão para alimento do povo de Deus, e se cumpre esse objetivo, o escritor tem sido sábio, ainda que não tenha tido outro objetivo. Cada grupo de pessoas deve receber o que é seu. O que prega unicamente aos santos e somente a eles, não prega o evangelho completo, o que prega unicamente aos pecadores e somente a eles e nunca aos santos, não prega também o evangelho completo. Nós temos aqui uma mescla de tudo. Temos o santo que está cheio de segurança e é forte, temos o santo que é fraco de pouca fé, temos o recém convertido, temos o homem que duvida entre duas opiniões, temos o homem moral, temos o que vive pecando, temos o réprobo, temos o marginal. Cada um desses grupos deve receber sua palavra. Cada um deles deve receber sua porção de alimento a seu tempo; não em todo tempo, senão a seu devido tempo. O pregador que esquece algum desses grupos não sabe como pregar o evangelho completo. 
Não podemos aceitar que preguemos somente aos santos. Deus dá aos homens corações para que amem o seu próximo, e portanto devem desenvolver esses corações. Se amo aos ímpios, não devo ter os meios para lhes falar? Não posso lhes falar acerca do juízo vindouro, da justiça e de seu próprio pecado? Deus não permita que eu corrompa de tal maneira minha natureza e que de tal maneira me endureça, que não chegue a derramar nenhuma lágrima quando considero a perdição dos seres humanos que me rodeiam e que me dirija a eles dizendo: “Vocês estão mortos, portanto não tenho nada para dizer-lhes.”.  E que pregue na realidade (ainda que não seja com palavras) essa heresia abominável, que se os homens estão destinados à salvação, então se salvarão – e que se não estão destinados à salvação, então não se salvarão; e que então, necessariamente, devem ficar quietos e não fazer absolutamente nada, e que não tem nenhuma importância se vivem em pecado ou em justiça – um destino fatal os tem aprisionado com cadeias inquebráveis e seu destino está tão determinado que podem continuar tranquilamente vivendo em pecado. Eu creio que seu destino está determinado – como eleitos se salvarão e se não são eleitos estão condenados para sempre. Contudo não creio na heresia que se deriva como uma inferência que estabelece que portanto os homens não são responsáveis e não têm que fazer nada. Essa é uma heresia à qual sempre me oponho já que é uma doutrina do demônio e não de Deus. Cremos no destino, cremos na predestinação, cremos que há eleitos e não eleitos, porém, apesar disso, cremos que devemos pregar a todos os homens, porque a ordem de Deus é que o evangelho seja pregado a todos, e que aquele que crê em Jesus é salvo, porém o que não crê está condenado.       
Assim, pois, pregar o evangelho não é pregar certas verdades acerca do evangelho, não é pregar acerca das pessoas, senão pregar às pessoas. Pregar o evangelho não consiste em falar sobre o que é o evangelho, senão pregá-lo ao coração, não por meio de teu próprio poder, senão sob a influência do Espírito Santo – não é estar no púlpito e falar como se estivéssemos nos dirigindo ao anjo Gabriel dizendo-lhe certas coisas, senão falar de homem a homem e derramar nosso coração no coração do companheiro. Isto, creio, é pregar o evangelho, e não dizer entre os dentes algum árido manuscrito no domingo pela manhã e à noite.
Pregar o evangelho é proclamar com língua de trombeta e zelo inflamado as inescrutáveis riquezas de Cristo Jesus, para que os homens possam ouvir, e entendendo, possam voltar-se para Deus com todo seu coração. Isto é pregar o evangelho.
A segunda pergunta é: Por que não é permitido aos ministros gloriar-se? “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar”. Há um mal que pode crescer em qualquer parte, e este mal é o orgulho. O orgulho pode crescer numa rocha tanto quanto num jardim. Ele cresce no coração do servo e do seu senhor. No coração da criança como no coração do ancião. E o orgulho pode crescer também no púlpito. É uma erva que se espalha de maneira terrível. Requer que seja cortado cada semana, já que de outra forma estaríamos afundados nele até nossos joelhos. Este púlpito é um excelente  terreno para o orgulho. Cresce de maneira desenfreada, e eu estou seguro que dificilmente encontrariam um pregador do evangelho que não confesse que tem uma tentação muito forte para o orgulho. Eu suponho que, ainda aqueles ministros sobre os quais não se comenta nada, e que são gente muito boa, e que têm uma igreja numa cidade grande à qual assistem menos de seis pessoas, sofrem a tentação do orgulho. Porém, independentemente de que isso seja assim, ou não, estou seguro que onde quer que haja uma grande congregação, e onde haja muito ruído e agitação em relação ao pastor, há ali um grande perigo de orgulho. E vejam bem, quanto mais orgulhoso for o homem, mais estrondosa será a sua queda no final. Se o povo sustenta em seus braços no alto a um ministro, e deixa de sustentá-lo e o solta, que grande golpe se dará ao pobre indivíduo no final de tudo. Assim tem ocorrido com muitos. Muitos homens têm sido sustentados no alto pelos braços de outros homens, têm sido sustentados no alto pelos braços dos elogios, e não pela oração, e estes braços ficam enfraquecidos e têm caído ao solo. Digo que há a tentação ao orgulho no púlpito, porém não há razão para o orgulho no púlpito, não há terra para que cresça o orgulho, porém crescerá de todas as maneiras. “Não tenho de que me gloriar.”, Porém apesar de tudo isso, frequentemente aparece algum motivo para nos orgulharmos, não real, senão aparente para nós mesmos.        
Agora, como é que um verdadeiro ministro sente que não tem do que se gloriar? Primeiro, porque está muito consciente de suas próprias imperfeições. Outro motivo para não nos jactarmos é o fato de que Deus nos recorda que todos os nossos dons são emprestados. Outro meio que o Senhor utiliza para preservar os seus ministros da tendência a se orgulhar é este: Ele lhes faz sentir sua dependência constante do Espírito Santo. Confesso que alguns ministros não sentem isso. Alguns se atrevem a pregar sem o Espírito de Deus, ou sem haver orado. Porém penso que nenhum homem que verdadeiramente haja sido chamado do alto, se atreverá a fazer isso; senão sentirá que necessita do Espírito.
Uma vez, quando me encontrava pregando na Escócia, o Espírito de Deus deixou-me só, e não pude falar como habitualmente faço. Tive a necessidade de dizer ao povo que a carruagem havia perdido suas rodas, e por isso se arrastava pesadamente. Tenho sentido o benefício disso desde então. Fui humilhado amargamente.
Penso que estou obrigado a estudar com dedicação e assim não tentar o Espírito com sermões sem preparação. Usualmente considero meu dever pedir a instrução do Espírito para meus sermões e lhe imploro que o grave em minha mente; porém nessa ocasião, creio que me havia preparado mais cuidadosamente do que de costume, de tal forma que a falta de preparação não era a causa. A causa simplesmente foi: “o vento sopra onde quer”, e os ventos nem sempre são fortes. Em algumas ocasiões o vento está quieto. E, portanto, se me apoio no Espírito, devo saber que nem sempre sentirei seu poder com a mesma força. O que eu faria sem a influência celestial já que a ela devo tudo? Por meio deste pensamento Deus humilha aos que lhe servem. Deus nos ensinará quanto necessitamos dele. Não permitirá que pensemos que fazemos algo por nós mesmos.  
Cada ministro será levado a sentir sua dependência do Espírito, e então dirá com ênfase, igual a Paulo: “Porque se anuncio o evangelho, não tenho do que me gloriar.”.
Agora vem a terceira pergunta, com a qual concluiremos esta mensagem. Qual é essa obrigação que nos é imposta de pregar o evangelho? 
Em primeiro lugar, uma grande parte dessa obrigação se deve ao chamamento mesmo. Se um homem é verdadeiramente chamado por Deus para o ministério, eu o desafio que se negue a aceitar o chamamento. Um homem que verdadeiramente tem em seu seio a inspiração do Espírito Santo, que o chama para pregar, não pode deixar de fazê-lo. Tem que pregar. Como fogo nos ossos, assim será essa influência até que projete suas chamas para fora. Os amigos podem querer freá-lo, os inimigos criticá-lo, os depreciadores burlar-se dele, porém o homem é indomável – ele tem que pregar se tem o chamado do céu. Todo o mundo pode abandoná-lo, porém ele pregaria nos áridos cumes das montanhas. Se tem o chamado do céu, ainda que não tenha uma congregação, ele pregaria às cachoeiras e daria sua voz aos riachos. Não poderia calar-se. Seria uma voz proclamando no deserto: “Preparai o caminho do Senhor”. Não creio que se possa deter a um ministro da mesma forma que não se pode deter as estrelas do céu. Não creio que se pode conseguir que um ministro deixe de pregar, se realmente tem o chamado, da mesma maneira que não se pode deter as poderosas cataratas querendo consumir suas águas com a taça de um menino. O homem que tem sido guiado pelo céu não pode ser detido por ninguém. Tem sido tocado por Deus e ninguém lhe impedirá de pregar. Assim como o crescimento físico e natural  de uma pessoa não pode ser detido, muito mais não pode ser detido o mover de Deus na nova natureza de alguém que é chamado a pregar o evangelho. Se alguma dificuldade se lhe apresentar voará com asas de águia e ninguém poderá prendê-lo à terra. Falará com a voz de um serafim e ninguém poderá fechar a sua boca. Não é sua palavra como fogo dentro de mim? Devo calar quando Deus tem colocado sua Palavra em mim? E quando um homem fala em conformidade com o que o Espírito lhe dá para falar, sente um gozo semelhante ao céu, e quando termina deseja voltar a seu trabalho de novo e anseia estar pregando novamente. Eu creio que os jovens que pregam tão somente uma vez por semana e pensam que já têm cumprido com seu dever, não têm sido chamados por Deus a uma grande obra. Penso que se Deus tem chamado a alguém, o impulsionará a pregar constantemente as inescrutáveis riquezas de Cristo.      
Porém outra coisa nos fará pregar: sentiremos: ai de mim se não prego o evangelho! E essa é a triste carência deste pobre mundo caído. Oh ministro do evangelho! Faz uma pausa por um instante e pensa em teus pobres próximos! Veja-os como uma torrente se apressando à eternidade – muitíssimos saem deste mundo a cada hora. Contempla bem ao término dessa torrente, essa tremenda cachoeira que lança torrentes de almas ao abismo! Oh ministro, pensa que os homens são condenados aos milhares a cada hora, e que cada vez que bate teu pulso, uma nova alma abre seus olhos no inferno em meio de tormentos; pensa como os homens aceleram seu caminho à destruição, como “o amor de muitos se esfria” e como “se multiplica a iniquidade”. Não sentes uma grande necessidade? Não sentes o ai de mim se não pregar o evangelho? Ministro! Ministro! Ai de ti se não anuncias o evangelho! Mantenhamos estas coisas ao alcance de nossa vista e então teremos que pregar. Se te disserem: Deixa de pregar! Deixa de pregar! Responderás: Ainda que o sol deixasse de brilhar, nós pregaríamos na escuridão. Ainda que os mares deixassem de existir nossa voz pregaria o evangelho. 
E tudo isto nos remete à nossa presente necessidade neste século XXI. Quantos falsos evangelhos têm sido pregados pelo mundo afora. Quantos falsos ministros têm se levantado. Mas Cristo disse que as portas do inferno não prevaleceriam contra a sua igreja. Que os verdadeiros ministros se levantem pois e preguem a Palavra da verdade, tal como nos foi transmitida por Cristo e pelos seus apóstolos. Que não se coloquem apenas na defesa do evangelho, mas que combatam o bom combate da fé proclamando a salvação que é em Cristo Jesus a todos, em toda parte. E que preparem e incentivem a outros que sejam idôneos para fazê-lo, porque certamente não é por sua própria iniciativa e vontade que o fazem, senão as do próprio Deus que os tem chamado para isto. 

 

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Veja tudo sobre as Escrituras do Velho Testamento no seguinte link:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Veja tudo sobre as Escrituras do Novo Testamento no seguinte link:
http://livrono.blogspot.com.br/

A Igreja tem testemunhado a redenção de Cristo juntamente com o Espírito Santo nestes 2.000 anos de Cristianismo.
Veja várias mensagens sobre este testemunho nos seguintes links:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/
http://poesiasdoevangelho.blogspot.com.br/

A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
Veja a apresentação destas condições no seguinte link:
http://aguardandovj.blogspot.com.br/ 
 

 

 
Silvio Dutra
Enviado por Silvio Dutra em 18/02/2013
Reeditado em 10/07/2014
Código do texto: T4146493
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