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MENSAGEM ESPECIAL PARA O DIA DE FINADOS

     A vocês, queridos leitores(as), hoje irei publicar uma mensagem transcrita do Jornal “O São Paulo” na seção: Padre Cido responde.
         Mensagem esta muito propícia para o dia de Finados.

     A pergunta foi enviada ao jornal pela leitora Maria Aparecida de Souza  do Jardim Miriam, São Paulo SP. Ela quer saber o que significa  a celebração de missas sobre o terceiro, sétimo e trigésimo dias, e de um ano de falecimento.

                             PADRE CIDO RESPONDE:

     Eu já respondi diversas vezes essa pergunta. Vou respondê-la novamente e com muito carinho, porque nunca é demais a gente insistir na importância de se orar pelos mortos.
     Essa oração é um gesto de fé, um gesto de amor e um gesto de esperança.
    Fé na vida que começa com a morte, fé na comunhão dos santos, na ressurreição da carne e na vida eterna. Sem essa fé, minha irmã, (diz padre Cido) a oração pelos mortos não teria sentido. Não é verdade?  Se para nós morreu, morreu. Se para nós morreu, acabou tudo.  Se para nós nada podemos fazer pelos que morreram, por que orar por eles? Mas, não é assim mesmo que infelizmente muitas pessoas  ainda pensam?
     E por que missa de terceiro dia, como era comum no passado, e missa de sétimo dia, mês e ano como acontece hoje? Eu explico diz padre Cido:
     Os estudiosos entendem que determinados tempos se tornam mais propícios para se orar e se alcançar o favor de Deus. Então, há quem afirme que o terceiro dia após a morte lembra que Jesus ressuscitou ao terceiro dia.
     O sétimo dia estaria ligado ao fato de Deus ter feito o mundo em seis dias e no sétimo ter descansado.
     A missa no trigésimo dia seria uma referência ao mês de luto que Israel guardou pela morte de Moisés.
     A missa de um ano de falecimento seria uma forma de testemunharmos que,  assim como o aniversário natalício é comemorado de ano em ano, o dia da morte também  pode ser comemorado porque significa o dia em que a pessoa morreu para este mundo e entrou na plenitude da vida  junto de Deus.
     É bom lembrar, minha querida leitora,  - Maria Aparecida -  que não importa o dia certo para testemunharmos nosso amor pelos nossos entes queridos que passaram para a vida eterna. O amor não marca dia. É o coração que deve ditar os momentos de orarmos por eles.
     É por isso que em muitas paróquias celebram a missa da esperança uma vez por semana, reunindo todas as famílias que na semana anterior experimentaram a dor de ver partir um membro querido para a casa do Pai.
                                        * * *
Padre Antônio Aparecido Pereira (Padre Cido Pereira) é diretor do jornal “O São Paulo” e, juntamente com Cidinha Fernandes, comanda o programa “Bom dia Povo de Deus” transmitido diariamente pela Rádio Nove de Julho AM 1600Kz das 10:00  às 12:00 hs e pela internet: www.bastidoresdoradio.com
Antônio Oliveira
Enviado por Antônio Oliveira em 01/11/2007
Reeditado em 01/11/2007
Código do texto: T718663
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Sobre o autor
Antônio Oliveira
São Paulo - São Paulo - Brasil, 72 anos
702 textos (560623 leituras)
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Antônio Oliveira