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Faz de Conta

Faz de conta.

Se eu durmo em solidão é por quê não encontrei em teus versos um pingo de razão.

Perdi minha identidade e hoje se penso é na busca de esconder minhas profundas cicatrizes e encontrar em algum lugar que eu fui.

Faz de conta que minha doença tem cura e pra mim o fundo do poço bate em meus quadris.

 Faz de conta que nada deu errado e a felicidade mora ao lado, faz de conta que eu ainda vivo e sei ser feliz.

Faz de conta que meu sono é passageiro, e terei forças pra gritar ao mundo inteiro que o poeta volta logo, e é eterno na terra dos mortais ou uma pluma guiada pelos ventos ferozes da sociedade de aparências que vende barato o que não tem preço.

Se eu parei em algum momento perto da chagada é por que o céu vai desabar quando meus ombros cansarem.

Se eu durmo em solidão é por quê só eu me vi em duvidas e medos que riem de mim.




Jane.








A febre agora parece que gostou do meu organismo e demora á passar. Vou dar um olá para as estrelas, ouço delas que meu silencio é eterno por isso me calo e só as ouço falar, e me pinto como criança que só quer brincar sem se preocupar com as horas ou se fechei as portas pra nenhum estranho entrar...







Jane Krist Coffee
Enviado por Jane Krist Coffee em 20/02/2006
Código do texto: T114365

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Sobre a autora
Jane Krist Coffee
São Paulo - São Paulo - Brasil
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