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Eterna Infância

De certo imaginar não é se apertar por um funil,
Mas a gente cresce e limita-se a sonhar com mudanças,
E são longas esperas...

Parece até que é impossível ser novamente infantil,
E aí, a gente senta numa roda com muitas crianças,
E entramos no mundo delas...

Redescobrimos que o encanto está numa dobradura anil,
E entendemos que se envelhece por viver de lembranças,
Adultos vivem em celas...

As crianças têm em mãos a chave, possuem um dom sutil,
E sem perceberem, manifestam a liberdade nas danças,
São barcos sem velas....

Não se preocupam pra onde ir, nenhum lugar é vazio,
Os ponteiros param, e o tempo brinca de lambanças,
Pois há sempre crianças...!

E que dentro de nós haja sempre crianças...
Doces e singelas!!!
André Luis da Costa da Silva
Enviado por André Luis da Costa da Silva em 16/04/2006
Código do texto: T139809
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Sobre o autor
André Luis da Costa da Silva
São Paulo - São Paulo - Brasil, 33 anos
14 textos (880 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 16:43)
André Luis da Costa da Silva