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LENÇOL DE LINHO

Silencia a mata
Sinos adormecem.
Emudece os cânticos,
Aves voltam aos ninhos.
No  silêncio do templo,
Chamas das velas reluzem,
Hora da meditação...
Na rua sombria,
A menina sozinha...
À deriva na vida,
Vende seu corpo,
Por um pedaço de pão...
Triste sina,
Imputada a um ser...
Não precisaria se vender,
P’ra sobreviver.

Se!

Nossos governantes,
Se preocupassem mais,
Com o bem estar da população.
Oferecendo trabalho, escolas,
Cursos profissionalizantes, esportes,
Creches, casa de repouso aos idosos.
Trabalhassem com afinco e determinação,
Na recuperação das redes hospitalares.
Se lembrassem, da miséria em que viveram,
Governassem com HONESTIDADE,
Restituindo ao cidadão a dignidade.
Saíssem do deslumbramento.
Deixassem lençol de linho egípcio
Para os Sheiks e seus haréns...
Mas isso no Brasil é utopia!
Mudamos o rumo da história,
Desmoralizamos,
Ali Babá e os quarenta ladrões,
Substituido os nomes...
Não esqueçamos nunca mais,
Dos protagonistas corruptos,
Que tomaram de assalto essa nação...
Tanta luta...para ver isso acontecer,
Será que todo esforço foi em vão...

 

04/05/2006 00:43hs
Santos SP
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Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 04/05/2006
Reeditado em 21/09/2007
Código do texto: T150164

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito à autora original(Nadir A D'Onofrio) http://www.nadirdonofrio.recantodasletras.com.br/). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
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Nadir DOnofrio
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