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Seu nome

Seu nome

Não usarei mais anáforas
Mas em todos os versos
Escrevo teu nome.
Se o leitor não captou
É por que por te amar demais
 Deixei meus sonhos voarem alto
 Ultrapassando todos os sinais.
E escondi teu nome alem do inconsciente,
Terei cuidado, pois por lá todos já sabem
Que dominas minhas angustias
E me confundes sem deixar saída.


Jane Krist


Uma escritora que me encanta e canta lá dentro dos meus sentidos mais profundos uma som que nunca sae do ar. Um silencio que me pergunta a razão da ausencia e a resposta vem de uma estrela que caiu: a solidão é o mal do seculo, e a ordem sempre lança suas leis.



NÃO FALO DA SOLIDÃO DAS CIDADES, AQUELA ABORDADA NO LIVRO DE EÇA DE QUEIROZ, A CIDADE E AS SERRAS,  DIGO DA SOLIDÃO CAUSADA PELA RECORDÃO. UM SENTIMENTO MAIS FORTE QUE A LEMBRANÇA.

Modinha
Cecilia Meireles
Tuas palavras antigas
Deixei-as todas, deixeia-as,
Junto com as minhas cantigas,
Desenhadas nas areias.

Tantos sóis e tantas luas
Brilharam sobre essas linhas,
Das cantigas — que eram tuas —
Das palavras — que eram minhas!

O mar, de língua sonora,
Sabe o presente e o passado.
Canta o que é meu, vai-se embora:
Que o resto é pouco e apagado.






Jane Krist Coffee
Enviado por Jane Krist Coffee em 15/05/2006
Código do texto: T156815

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Sobre a autora
Jane Krist Coffee
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Jane Krist Coffee