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A beleza da inocencia

                                                                A beleza da inocência.
Caro leitor, é muito difícil descrever a pureza da inocência, porque, necessariamente precisaria de palavras mágicas ou palavras que saísse de uma fonte límpida, onde se pudesse ver as maravilhas do céu. Eu sentia-me como um templo erigido a santidade do Deus vivo, aquele que vive em todos, mas faz presente quando se clama por justiça Divina.
Eu diria que a minha alma sempre clamou por justiça, porque neste mundo sofri e bebi do veneno da maldição que é a força astral, que conspira aos filhos de Deus.
Esse veneno representa as dores e a vida difícil que eu tive aqui embaixo, mas a minha inocência perdurara insistir a continuar dando a sua magia para que eu pudesse continuar a existir para depois no futuro pudesse descrever aos outros as maravilhas que Deus semeia entre o povo; eu era apenas uma semente jogada num terreno arenoso onde a criação era difícil de se criar e tornar um vencedor. Mas, eu possuía a vontade dos deuses. Eu sempre acreditei no Deus vivo e que ele sempre estaria comigo na alegria como na tristeza.
Eu possuía a inocência do menino que acreditava na mais pura da magia celestial, enfim, eu acreditava em Jesus, e queria que aquela historia tivesse acontecido comigo. Eu achava que sofrer era se purgar os sofrimentos, era ficar limpo da sujeira terrestre.
A minha inocência era um diamante nascido no fundo, nas entranhas da terra, era bonito, era esplendido. Neste momento eu vivia no paraíso terrestre sem se perder no mundo da malicia desse mundo tenebroso; eu brincava e era feliz, e podia sonhar com o mundo invisível que sempre foi o meu desejo  de alcançar esse mundo para que eu pudesse encontrar os anjos angelicais.Eu vivia com extrema felicidade, acreditava que aquele estado era celestial, pois os meus sonhos sempre foram proféticos.
Os meus sonhos proféticos me levavam profundamente aos céus iluminados.
A minha alma se deliciava com os sonhos proféticos que me levava aos céus celestiais.
Dentro da iniciação eu usei do meu verbo e da minha inocência ou da minha pureza, para alcançar os degraus mais elevados da sublimação da alma e do espírito. Dentro do templo eu me concentrava num objetivo do desejo fecundo de ser ativo perante o invisível e aos mestres da luz, e eu vivia jurando que um dia conseguiria conquistar a  liberdade desse mundo impuro, onde o ego e a vaidade fala mais alto. Na verdade tudo que esta embaixo do sol é a pura vaidade! Quando eu encontrei a candeia da iniciação a minha alma sentiu uma inspiração que houve uma revolução do meu ser interior, na minha mente, a minha razão foi iluminada por uma luz divina e que me mostrou os meus defeitos e os meus princípios.
Foi uma grande descoberta, porque passei do ser grotesco ao ser sublime; enfim, eu pude me ver como eu era lindo, na minha pequenez diante do universo.
Marck Sosza
Enviado por Marck Sosza em 01/06/2006
Código do texto: T167486
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Sobre o autor
Marck Sosza
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 55 anos
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