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TEORIA DE COMPENSAÇÃO

SÍNTESE – Se eu existo, algo deixou de existir. Tudo o que acontece é para compensar o que deixa de acontecer: o que é real (plausível), só permanece existindo porque existem as leis de compensação. Todo o mais existe por meio de ficção ou criação da mentalidade humana.
Melhor em outras palavras: o(s) universo(s) são “arquiteturas” ainda inacabadas, que teve início no pretérito incalculável e terá fim no futuro incalculável (sempre vai existir?), que se recria a todo instante. Do(s) “infinito(s)” cosmos aos microcosmos, tudo estar interligado e nada estar estabelecido. O que permanece entre os “infinitos” obedece às leis de compensação.

O porquê de apresentar alguns fragmentos da Teoria de Compensação aqui no Recanto das Letras?
Ninguém pode contestar o fato de que os amantes das belas-letras são pessoas com sensibilidade mais aguçada que as demais comuns... ali e aqui está justificado meu interesse: interagir abertamente com os membros deste sítio e ou, transeuntes, o raciocínio livre e novas ideias. Então, assim seja, vossos comentários e perguntas são tão importantes quanto a explanação desse conceito.
INTRODUÇÃO
Não nos resta dúvida que o ser humano subiu, paulatinamente, na cadeia alimentar, depois que passou a utilizar (o pensamento lógico) e (a descobrir e utilizar os poderes “ocultos” da natureza).  Antes disso, o ser humano era apenas um animal, assim como todos os outros – desenvolveu os sentidos dotado de defesa e ataque (a cobra/possui o veneno, o elefante/a força bruta, outros/a se camuflar, os frágeis seres humanos/o pensamento que paralisa diante do caos e da lógica, os aquáticos/o de viver submerso)... Preservação e manutenção da vida em diversos ambientes.
E assim os conhecimentos lógicos foram se formando – os gregos conceberam seus deuses no Olimpo, os romanos inventaram um Estado forte, os judeus idealizaram seu Deus monoteísta (criador de tudo/ se algo existe foi Deus quem criou e escolheu um povo para ser dono de tudo aqui na Terra/ imagine quem foi o povo escolhido? Acertou que disse os judeus)... Mas, na medida em que o conhecimento foi se modernizando e o ser humano passou a descobrir os “segredos” da natureza e do universo, a coisa “complicou” e mais ainda, quando certo cidadão chamado Charles Darwin (assassinou o Criador do ser humano) com a sua questionadora Teoria da Evolução das Espécies (Ah! Então o ser humano não foi (boneco de barro) que ganhou vida após Deus soprar nas suas narinas? (Mas as pessoas que acreditam nessa forma de criação merecem respeito). E assim, desde o ser humano das cavernas aos humanos que fazem passeios na Lua, foram produzidos diversos tipos de conhecimentos.
Todavia, todos esses conhecimentos foram descobertos e produzidos (explicados) de forma lógica (até mesmo a Teoria da Evolução das Espécies é um pensamento paralisado na lógica (na lógica explica, mas não justifica tudo). A hipótese da explosão (big bang) e expansão para a origem do universo (Fred Hoyle), a hipótese Gaia (o inglês James Lovelock), a hipótese Medeia (paleontólogo Peter Ward), o mapeamento do genoma humano, o arquivo bioquímico hereditário da espécie armazenado em 23 pares de cromossomos (o americano Crag Venter)... foram todas leituras produzidas a partir da lógica (conhecimento científico) e, portanto, produz (ainda) “pouco” efeito prático. Mas, empurrou o ser humano nas descobertas de novas tecnologias.
A forma de pensar por COMPENSAÇÃO (não paralisa diante do caos ou da lógica). Ora, esses conhecimentos são explanações (explicações) de pontos parados no meio de algum “infinito”. O que eu quero dizer com isso é que, o ser humano (limitado) vive cercado de ilimitados conhecimentos (os sons, as cores, os raios solares, os microrganismos, o(s) cosmos)... e não em universos lógicos (a lógica só nos permite enxergar as parcelas (limites/pontos parados) da natureza dos ilimitados.
Os sábios dos Faraós, dos gregos, dos judeus... Albert Einstein, Galileu Galilei, Isaac Newton, Gregor Johann Mendel, Johannes Kepler... todos os reformadores do pensamento humano usavam o raciocínio de COMPENSAÇÃO (ou o acaso) nas suas descobertas e se limitavam ao explicar de forma lógica. A definição de “QI” é a conclusão de um (ponto parado) na imensidão de nossa compreensão. Somos todos igualmente capazes de raciocinar de forma lógica, mas, também, por COMPENSAÇÃO.
Jeovane Pereira
Enviado por Jeovane Pereira em 21/09/2009
Reeditado em 18/06/2012
Código do texto: T1823703

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Sobre o autor
Jeovane Pereira
Zé Doca - Maranhão - Brasil
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Jeovane Pereira