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Saga do amor impossível

Naquela madrugada, bastou uma pontinha de champanhe no sangue e algumas palavras ternas para que eu perdesse o juízo e começasse a acreditar num amor impossível. Eu confiei, deixei-me levar, fui uma tola... Ainda sou uma tola por você.
Começou de forma ingênua, mas se tornou tão profundo, tão intenso, tão especial... Agora ouço as mesmas músicas que ouvíamos quando começamos a nos falar (nossa trilha sonora) e os meus olhos se enchem de lágrimas, o meu coração está apertado. Minha vontade era entregá-lo a você numa bandeja...
Como permitimos que as coisas chegassem a esse ponto? Ficamos cegos, ficamos loucos?...
Escrevo para aliviar a dor, tento me convencer de que não adianta mais sofrer. Meu estômago se contrai de ódio de mim, porque fui eu que causei tudo isso. Não pretendo me comparar a nenhuma heroína romântica, mas fui eu que procurei isso, assim como Werther procurou a morte.
Nossa história rendeu belas poesias e muitos momentos de comoção, mas o sonho perdeu o encanto... É preciso retornar à realidade.
Se choro agora, é porque espero sorrir um dia...
Joyce Amorim
Enviado por Joyce Amorim em 28/08/2006
Reeditado em 16/12/2011
Código do texto: T227262
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Joyce Amorim
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 27 anos
141 textos (15414 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 02:10)
Joyce Amorim