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Minha alma vaga pelo amanhã

Sempre que penso no amanhã,
Tiro os pés do chão e alongo meus braços na extensão de todo o meu alcance. Ah! Se pudesse voar, não fecharia meus olhos para imaginar a extravagância escandalosa de qualquer sensação livre, leve e solta!
Se dedilhar o nada, posso sentir nascer das pontas dos dedos minhas asas, flancos de um novo mundo que conquistam e acolhem...

Se encher meus pulmões de ar, posso muito mais que inalar o frescor de uma nova vida, posso aspirar a pretensão da esperança fortificando os troncos dos meus brônquios, raízes que dentro de mim respiram ares de prosperidade!

Se de repente de mim esvair o som, poderei lançar ao espaço o eco de sobrevivência e presença! Posso fluir por aí, me basta um pensamento e algum segundo do meu tempo...
Diante do amanhã, meu brado é apenas um suspiro abafado. Mas se abrir meus braços e fechar os olhos, posso exaltar a liberdade de todas as minhas expressões...
Posso velar a voz dos meus pensamentos,
Poderei sentir a redenção em minhas mãos.
Gita Habiba
Enviado por Gita Habiba em 30/08/2006
Código do texto: T228714

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Sobre a autora
Gita Habiba
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 39 anos
305 textos (101388 leituras)
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Gita Habiba