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o bem e o mal





O que você acha? ambigüidades naturais (felicidade e tristeza)  de um ser que na sua essência, mesmo sabendo amar, se encontram em terríveis dificuldades na hora de sorrir e chorar.




O Bem e o mal...


Você já dançou com o demônio sob a luz do luar? Eis uma pergunta que envolve uma complexidade de situações, que vivi, vivo, e, viverei, esperando o desafio de amar e odiar dentro de mim.
Uma situação no mínimo inusitada, e diremos assim, mortificadas no cotidiano da história da humanidade. À que realmente estou me referindo, senão às obrigações de uma pessoa que, talvez, ainda não se tenha dado conta de que precisamos enfrentar da maneira mais digna o possível as complexidades de situações que nos levam, senão, à mais bonita característica humana: a sinceridade.
Existe um dia em que você vai ter que decidir entre tomar dois caminhos. Ou você vive pela espada ou morre na cruz, e é exatamente a isso que quero me referir...
A dança do demônio volta a acometer meus pensamentos, realmente sou impelido num turbilhão de necessidades a escolher meu caminho, e, sei que não é um caminho que vai tirar todos os aplausos da platéia, eu vi, eu vi o demônio à luz do luar, e ele é doce como um prego que se é retirado das suas feridas na hora da crucificação...
Quanto aos aplausos, bem, terão também muitas vaias, como é de se esperar da estupidez humana, por que é bem mais fácil você pegar o demônio pela barba e dar uns bons pontapés em sua fronte do que para-lo e com um único gesto desarma-lo da sua louca corrida de encontro com o fogo e as lavas...
Por que não ir de encontro às lavas? Mais uma pergunta que não pode ser respondida sem muita meditação, mas aí me pergunto: Por que eu? E acho que você deveria fazer a mesma pergunta em relação a ti e a mim, por que não quero ser fútil e deixar você a pensar que quero ser leviano em minhas conversas com você, mesmo que tu, eu sei, não acredites em quem vos fala...
Não posso me estender agora, sei que posso escrever hoje o que você ouvirá da boca de outros amanha, mas não tenho a mínima pretensão de ter seu apoio incondicional na minha mais bela e linda de todas as jornadas, se for possível, não me abandone, você é mulher e a mulher é o caminho da evolução...

Despeço-me aqui, beijos, Vinicius Caetano


terça-feira, 21 de novembro de 2006
Vinicius Caetano
Enviado por Vinicius Caetano em 21/11/2006
Código do texto: T297164
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Sobre o autor
Vinicius Caetano
Amparo - São Paulo - Brasil, 43 anos
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