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Poesia em Nietzsche

Tenho sede de poesia e quase sempre a encontro fora dos livros, principalmente na fala do povo, num certo jeito dolente de se expressar, as vezes a encontra em outras bocas, como foi o caso do livro Assim Falava Zaratrusta, do filósofo Friedrich Nietzsche, de quem guardava na gaveta algumas pérolas poéticas.

HERÓI
Mas, pelo amor e esperança, eu te suplico;
não deiteis fora o herói que há na tua alma!
Conserva sagrada a tua mais alta esperança.

GRANDEZA
Sede bastante grandes,
pois para não envergonhar-vos de vós mesmos

ESCRITA-SANGUE
De tudo o que se escreve,
aprecio somente o que alguém escreve com seu próprio sangue.
Escreve com sangue;
aprenderás que o sangue é espírito.

COSTUME
Que temos em comum com o botão de rosa,
que estremece ao sentir sobre o corpo uma gota de orvalho,
é verdade:
amamos a vida,
porque estamos acostumados não a vida,
mas a amar.

LOUCURA NO AMOR
Há sempre alguma loucura no amor.
Mas há sempre,
também,
alguma razão na loucura.
Não é com ira que se mata,
mas com o riso.
Célio Pires de Araujo
Enviado por Célio Pires de Araujo em 23/11/2006
Reeditado em 23/11/2006
Código do texto: T299194

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Sobre o autor
Célio Pires de Araujo
São Paulo - São Paulo - Brasil
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