Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Pergunta do caótico a caoticidade...

Eu não posso sobreviver assim descabidamente vazio de conteúdo destituído de forma e cor e sensação Não conseguiria dizer por que nem tampouco como me desenvolvi em meio a tanta barbárie civilizada e essas poéticas disfraçadas que tanto atingem e nunca parecem acariar seu contemplador até mesmo porque poucos são os que contemplam aquilo que lhes forçosamente lhes obriga a sobreviver vivendo de maneira torpe suja imunda sem nunca adimitir sua inutilidade sua superficialidade sempre buscando meios extra físicos extra mundanos de se justificar presença e objetivos essa falta esse objetivo básico que existe ou não Não creio ser possível sobreviver em meio a tanta civilidade são tantos os perfeitos em meio a miserês alheios e essa decadeência toda escorre por entre dedos e cai secretamente se depositando aos pés daqueles que outrora foram os dirigentes dessa caoticidade estupenda que se apresenta diante de nossos olhos e visões Pois olhamos e não vemos e o pior é que exergamos muito mais que vemos o que nos torna eternamente dispostos sempre a interpretar o interpretável como fôssemos gurus ou médiums modernos com nossos aparelhos mágicos falando a distância vendo o mundo todo ao mesmo tempo que ele acontece e com isso esquecendo que somos parte dele queremos explodir no mundo nossa existência mas queremos que o mundo nos aceite de braços abertos sempre com essa troca infâme que nos leva totalmente ao mais impuro dos sentimentos e demais catarses internas Essas que sempre nos dirigem aos objetivos mais indizíveis que nos percorrem a mente diarimente muito mais ultimamente do que antigamente muita mente é assim que somos a todos os outros a nossa capacidade única de mentir de ser o que não se é o que se espera ser e com toda essa confusão esclarecer o que temos de mais único e intocável indefinível nosso ser nossa essência Se pudéssemos pitaríamos nossa essência com cores da moda colocaríamos um piercing e dataríamos o começo do consumo da alma como mais um marco revolucionário da nossa querida população mundial o que na extrema verdade é o que vejo programo proejto Vender a alma e enfeitá-la não seria o que fazemos diariamente
leandroDiniz
Enviado por leandroDiniz em 10/09/2005
Código do texto: T49263
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
leandroDiniz
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 34 anos
260 textos (273088 leituras)
3 e-livros (430 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/16 12:16)
leandroDiniz