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Oxigênio

Quem não tem uma mágoa para ser afogada, uma dor que precisa ser esquecida, uma história que não deu em nada? É, ninguém quer que a sua vontade fique só na vontade... mas às vezes é preciso abrir mão de certos sentimentos, é preciso calar e guardar no silêncio do coração, pois o tempo se encarrega de curar.
Um dia eu chorei até estancar, cortei o oxigênio: o amor me mantinha viva. Hoje sei que a coragem está em mim e que nada pode tirar a minha alegria. Não importa o que aconteça, devemos sempre guardar a nossa inocência e a capacidade de crer no futuro. Isso é o que nos mantém vivos.

Escrito em 20/08/07.
Joyce Amorim
Enviado por Joyce Amorim em 24/08/2007
Reeditado em 30/09/2008
Código do texto: T622372
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Joyce Amorim
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 27 anos
141 textos (15810 leituras)
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Joyce Amorim