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limite da sedução

foi reduzida á nada da encenação
originária devedora da expressão
com sua experiência pessoal no bordel
da intimidade de muitos homens
numa rede de amores sem paixão
no seu próprio limite da sedução
execração da diferente á profissão

nesse universo de parâmetros
no limite de ser ignorado por muitos
começa no profundo passado
é antes de mais nada reflexão
da tragédia do fruto da paixão
á fera na selva da vida sofrida
embora sustentada belo vicio amoroso

sofre da falta da família perto
as experiência real da cidade
tampouco é demasiado rezar
no seu diário muitos nomes
restrito á dimensão do privado
apenas a sua expressão no rosto
da geração perdida na alegoria do amor

de certo modo ainda tem amor
descobrem a profunda paixão
sob a constante ameaça de um cafetão
da morte e perda das amigas de profissão
segredo intimo parti o coração
de que mal ela se lembra
do homem surrando sua mulher

cumplicidade é compreendido por meias palavras
na frase tortuosa de sua linguagem
é um veú girando sobre o vazio
um mistério por dentro escondido
da sua cegueira da ameaça iminente
sempre exposta para uma tragédia
de homens á espreita para matar

por conta do seu egoísmo
de uma mulher muito peculiar
sua história de duas paixão
preocupam seus olhos pretos
das lágrimas que descem do seu rosto
de pensar na sua relação tão incomum
no mundo para reiterar sua conciência

do sinal de uma verdade segredos
que nada tenha a ver com seus coração
ao contrário da experiência carnal
torna isso sensível á alma
prateadas sobre o fundo cinza
virgindade visual do meu corpo

esta forma involuntária de amar
pretendia deixar algum dia
triste constatação da mentira
que vivemos no mundo de aparência
o que menos importa é a verdade
da alegria da criação da árvore
fica o não-dito do inconcebível
do princípio da moral verbal
Edilley Possente
Enviado por Edilley Possente em 28/08/2007
Código do texto: T627452
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Edilley Possente
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
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Edilley Possente