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amor 54

a gente fica velho e acaba
lembrando  do esquecimento
da memória do corpo cansado
nas correria da alma sofrida
era rara entre a verdade
de sua beleza falada
seu canto encanta minha carne
passa pelo mesma noite
como um ritual de prazeres
tomei parte desta união
sabe eu não membro mais
a minha memória ficou no hotel
a onde nós ficamos suado
era um daqueles lúgubres
isolado da cidade do pecado
discutimos as diferencia
do homem com a mulher
que faziam o mundo girar
as fontes de nosso prazer
era enorme que não cabiam
eu me recordo de sua voz
a facilidade de tomar
um copo de água
num cenário de vasto
conjunto de bebidas
no decorrer do encontro
ficamos nu no tapete
cada vez mas exilado
dos toques de prazeres
mas não sou capas
de penetrar sua carne
sou apaixonado nos seios
aquela que é uma marginal
pensando num só assunto
penso na teorizar da forma
mas uma besta quadrada
na minha pessoa assustada
esclarecer engendravam a escuridão
no final do dia cansado de mentiras
por nossos enormes copos de úisque
descralizávamos nossas posições
ouvi então sua piada étnicas não ri
minha vida tão chato não posso casar
com uma de cor porque os filhos hispano
numa dessas bebedeiras escutei
um gemido no fundo do quarto do amigo
neste tempo de indecisão do prazer
Edilley Possente
Enviado por Edilley Possente em 14/09/2007
Código do texto: T651947
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Edilley Possente
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
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Edilley Possente