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Apenas um bardo nômade

Apenas um bardo nômade

Que os deuses permitam que o amor que descrevo e exalto não seja uma fórmula a ser decorada ou seguida e sim uma semente a ser plantada, uma flor a ser polinizada, uma chave mestra que liberte de todas as celas de formatações, medos, padrões e clichês. Que minhas palavras não sejam leis e sim idéias a serem aperfeiçoadas, modificadas, individualizadas e até negadas sem jamais perderem o rumo na estrada da felicidade. Que meu amor egoísta e perfeccionista no meu microcosmo, rompa todos os limites e se dissemine no vento das mudanças, no vento da esperança. Que eu, bardo nômade e errante possa levar a primavera aos jardins por onde passar, que meus castelos de areia desfaçam-se em dunas, união alquímica de grãos de amor imortal, capazes de se modificarem e se refazerem sem jamais perderem sua essência. Ad eternum ...

Leonardo Andrade
Leonardo Andrade
Enviado por Leonardo Andrade em 15/09/2007
Reeditado em 24/09/2007
Código do texto: T653026

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Sobre o autor
Leonardo Andrade
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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