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A Confissão de um Pecado

Não se trata de um ato digno ou de um ato indigno, mas trata-se de um ato nascido de uma fonte espiritual.
Esse ato que foi criado, por seu ator, é consumido moralmente através do fogo eterno, que mantém a vida como a magia regenerada da fonte do desejo ofuscada pela luz da razão esclarecida.
Esquecer jamais desse ato inesquecível, pois é, um ato que mede a profundidade da alma que vivencia o profundo da alma espiritual.Essa é a historia de um pecado límpido e original, pois ele aquece com o fogo do espírito em chama. Sejamos uníssono e único respeitando a vontade ativa do universo invisível.
Eu percebo quando estou vivenciando o estado de mentira ou o estado de verdade. É simplesmente real, feito ouro, se trata originalmente da pura magia celestial.
Essa magia celestial é fácil defini-la, basta-nos vivenciar as paixões da adolescência, onde somos enfeitiçados pelo amor que consegue acender espiritualmente os degraus da espiritualidade.
O pecado em si foi mais, uma falta de amadurecimento por parte da alma criança que vivia dentro de mim, e me mantinha refém da inocência da vida..
Hoje me recordo dos pequeninos pecados que cometi perante a vontade cega e o desejo alucinado por um fogo que queimava a minha consciência de um ser espiritual.
Esse pecado foi feito de uma maneira, onde o gozo era o amor desenfreado como uma labareda de fogo, que consumia toda água da alma.Enfim, essa água da alma era o elixir que trazia da arvore mãe, a mais pura verdade.Esse pecado foi descrito de uma forma tempestivamente, pois se passou entre o fim do outono e o começo da primavera.Exatamente os dias que antecedia o meu nascimento.
Somos todos pecadores na imaginação, pois a imaginação é o nosso desejo, a nossa vontade expressado com uma força do nosso querer.
 O meu pecado alcançou o ultimo céu, onde a alma é separada do espírito, porque é um lugar santo; onde somente permanece aquele que são puro ou cristalino como um diamante.
 Eu desafiei todas as leis do universo e subjugado perante uma tempestade universal.
Eis o meu pecado: simplesmente eu desejei ser perfeito, mas, como alcançar essa dádiva se eu estava incorporado ao plano material.Foi ai que eu quase fui desintegrado como varias pedrinhas do universo.
Enfim, a fatalidade me pegou de jeito. Na verdade essa fatalidade era a grande serpente do “umbral”, o mensageiro do mau espírito, que acordou do seu sono para  proibir a minha ascensão aos degraus superiores da espiritualidade.
Hoje em dia vivo com um pé no mundo material e o outro dirijo conforme o meu amadurecimento, dentro da escada espiritual; por que se trata de um caminho colorido que abre varias portas para a beleza do universo.
 Engana- se aquele que não acredita que o universo não existe portas feitas de um imenso colorido; onde a espiritualidade e a beleza se fundem ao ser que travou a luta com a materialidade e conseguiu a sua liberdade.

Marck Sosza
Enviado por Marck Sosza em 26/09/2007
Código do texto: T669713
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Sobre o autor
Marck Sosza
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 56 anos
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