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A festa fugiu ao controle, não há como não ver. Alguns já
se foram, outros ainda tentam, insistem. Mas até quando?
Não se sabe a cor real de cada um. Uns que possam parecer azuis, na
verdade são amarelos, carmins, verdes, multicoloridos.
Não se sabe o dia a dia de cada um, mas na orgia, brincam cruelmente com
todos.
O princípio fundamental sempre foi o respeito; todos sabiam e prezavam por tal.
Mas alguns saíram do salão de festas e começaram a invadir os
ambientes íntimos da casa. Embebedaram-se e não há como saber
até onde irão...
Já presenciei alguns incêndios e, do que restou, nada realmente foi
refeito. Apenas salões mal-assombrados que muitos sobreviventes daquelas
tragédias, não freqüentam nem a passeio!
Os que já se foram e os que estão prontos para também partirem,
conhecem perfeitamente o endereço dos tais lugares; sempre os vejo na
ante-sala comentando espantados e mesmo irados com o que restou.
Quem irá querer ficar na linha de tiros, como alvos, da balada insana?
Mas o dono da casa a qualquer momento, por direito e posse, poderá
simplesmente dizer:- A festa acabou. Cansei, vou dormir.
E então?
Momentos de reflexão fazem bem e tornam-se necessários.
Rose Stteffen
Enviado por Rose Stteffen em 11/10/2007
Reeditado em 21/04/2011
Código do texto: T690479
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Rose Stteffen
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Rose Stteffen