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Ninguém me pergunta o fim do amor que eu sei

Eu sei que eu não estou chorando, não porquê não caem lágrimas, mas é que os sonhos que eu aprendi a viver, o modo de já nem rir de coisas perfeitas, são jeitos que eu encontro de apenas falar de amor.
Os dias só clareiam ou coisa parecida, e o planeta que eu estou é pra quem pensa de olhos fechados, pensando em alguém que poderia me salvar de tudo, ou me matar de vez, se eu te penso, com ou sem melodia pros meus ouvidos, com ou sem tua permissão, mesmo eu tendo só fugido, no silêncio das estrelas  não sei negar nada.
Eu só estou errada, venho abraçando um mundo qualquer, seja o que vier, não sei explicar, pois achei apòs procurar, e perdi, sem ao menos pertencer.
Sinto-me estar perto, mas longe da sensatez, sobre meus planos eu apago, antes que alguém venha pra entender, a pretensão das minhas palvras que vem depois de tanta confusão, será meu deus?
Não.
Coloco meus olhos pra te focar, te consumir sem eu me perder, mas eu já comecei essa carta, me declarando, te organizando pra fazer da mniha vida, teu traço e tua metade como nunca sonhei. Eu falo como um drama que nunca vai ter fim, na luz que habita a ausencia, eu quero a ti.
Amor meu, histórias como essa, ninguém gosta de ver, eu sei que esse filme parece de tv, e eu parei p/ contemplar as suas cenas lindas, eu sorri...sabendo no fundo, a incerteza que eu queria.
Desejo boa sorte, ao que me faz pensar em impulsos romanticos, o mar todo não vai saber tocar as ondas, assim que acordar disso tudo.
Mil frequencias, em que um amor se reinventa; será que depois nas horas vagas de caminhos, vou lembrar-te como amor? caso eu lembre, sei que a dor assim é triste, parecem com passos que so fazem sentidos patéticos, já não podem voltar atrás.
Eu me mexo devagar, tento encarar quieta, ouvindo teus olhos, vendo tua voz, qualquer contradição complicada.
e não choro.
Vou acompanhar um mundo inteiro, sem abrir os olhos, te enxergar pra seres o que sou, talvez...Eu não se viver, Se viver eu vou inverter, ou perder esse único amor.
brenda
Enviado por brenda em 20/10/2007
Código do texto: T702931

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Sobre a autora
brenda
Belém - Pará - Brasil, 24 anos
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brenda