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Sentir o não sentir


Quero agradecer por ser quem sempre fui
Parece pouco, mas o conflito permanece.
Sou a fonte da dualidade explicita
Conformação de uma igualdade intrínseca
Um norte desgovernado ao esmo extinto.

Se a natureza conclama a existência viva
Será o fato perturbador a monogamia espiritual
Coabitando nesta tempestade neural aflitiva?
Serei eu a própria negação material do meu ser?

O entrave determina a clarividência
O romântico é. (Com ou sem beijos salpicados ao vento)
A liberdade comprime a entropia do universo
Tudo é finito perante a permanência existencial.

Neste mundo sem fio conecto ao meu ser
Pelas minhas próprias linhas de conduta
Não confirmo o meu provedor
Nem reitero novos sentidos.
Apenas agradeço minha própria existência.
Lorenzo Giuliano Ferrari
Enviado por Lorenzo Giuliano Ferrari em 22/10/2007
Código do texto: T704433
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Lorenzo Giuliano Ferrari
São Paulo - São Paulo - Brasil, 54 anos
1817 textos (50940 leituras)
1 áudios (2457 audições)
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Lorenzo Giuliano Ferrari