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Sempre tive medo de não ter um papel social ativo,

Sempre tive medo de não ter um papel social ativo, de cair num abismo de cultura inútil, de pseudo-realidade, tenho ( tinha? ) até medo de começar a trabalhar e estabelecer uma rotina financeira-social... mas acontece que, pensei agora, não é de todo ruim ter noções de realidades paralelas ( isto é, possibilidades de interpretações de campos de imaginação real) porque quando “trabalhamos” constantemente com a destruição de valores, depois da cólera, vem o revigoramento para mais destruição e... fico maluca! Com um puta medo do caralho ( com o perdão das palavras caso existe para o leitor a construção da idéia de palavras feias e bonitas)...
Acontece ( feliz ou não ) descobri a possibilidade de não me constranger pela idéia que iniciei este texto, entendi que não preciso estar engajada em ações sociais, basta eu quebrar a idéia dessa questão, afinal eu nem sei se eu existo então porque vou me preocupar com a   fome de bilhões e pessoas? Como eu elas podem nem existir...

( estou chocada com o que escrevi! Acho que não funciono, mas talvez “venda” )
Luciana Brites
Enviado por Luciana Brites em 13/11/2007
Código do texto: T735264
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Sobre a autora
Luciana Brites
Maringá - Paraná - Brasil, 28 anos
45 textos (1848 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/10/17 11:33)
Luciana Brites