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ATÉ QUANDO É PARA SEMPRE O AMOR?

Alguns dizem que só se encontra um novo amor quem enterrou o velho amor.  Amar o novo será mesmo ter matado o velho? Não sei e tenho dúvidas. 
Amar por toda a vida? Também não sei. 
Cheirar a resina do amor morto é eternizá-lo?
Ao amor o grau que queremos de sua eternização. 
Que o diga Drummond, que sobre o amor tanto escreveu... 
Eu... eu? Que sei eu do amor?
Quando ele me vem, vem de forma que me leva 
sem tempo para refletir o que vivo e 
como criança nele me guio com passos indecisos 
atirando o corpo do alto sem medo...
Amar é coisa que eu nunca decifro. Mas uma coisa digo, 
amai muitos e não precisei odiar velhos amores
para que um novo amor me surgisse. 
A vida em amor sempre me sorriu.



Divina Reis Jatobá
Enviado por Divina Reis Jatobá em 05/12/2007
Reeditado em 05/12/2007
Código do texto: T766147

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Sobre a autora
Divina Reis Jatobá
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 56 anos
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6 áudios (1220 audições)
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Divina Reis Jatobá