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O nascer do amanhã

O nascer do amanhã
Lizete Abrahão

Quando eu era canção, no rol da vida
Muito viajava nos vento das planícies
No meio de verdes sonhos, catei minha lida
Plantei mil flores nos jardins e imundícies

Fui um lampião lutando contra o dia
Até o céu reabrir-se como vencido...
Rasgado o peito foi-me na rebeldia
Meu sonho se fora embora, perdido,

Porque não tive pressa, o amanhã
Veio me acordar, no fim da fila de espera
Chegara minha vez de ser, sim, feliz

Pedaços de mim, eu juntei, sem afã,
Naquele que, não vendo em mim só quimera
Nasceu no berço que na palha refiz

Lizete Abrahão
Enviado por Lizete Abrahão em 04/12/2005
Código do texto: T81019

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Sobre a autora
Lizete Abrahão
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil
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Lizete Abrahão