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Soneto natalino

Quando Se deixou ir ao vil calvário
entre os braços horríveis de um madeiro,
cheio de amor, de paz, mas solitário,
Jesus morrendo salva o mundo inteiro.

Com sublimado verbo O humilde obreiro,
liberto de Si mesmo, em cruel fadário,
pregando o ideal de amor bem verdadeiro,
resgata os homens de um viver nefário.

Natal!...  A imagem de Jesus pendida...
No Seu olhar piedoso a indagação:
– “Todos vós, que fazeis por esta vida?”

Quanta gente carente de luz temos
e se não cremos no outro como irmão,
como aceitar um Deus que nunca vemos?
Reginaldo Costa de Albuquerque
Enviado por Reginaldo Costa de Albuquerque em 17/12/2005
Reeditado em 04/04/2010
Código do texto: T87041
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Sobre o autor
Reginaldo Costa de Albuquerque
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 53 anos
114 textos (11133 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 10:39)
Reginaldo Costa de Albuquerque